História bonito amor curto

Mala e Edek, uma história de amor dramática; Neste artigo trazemos três contos curtos para refletir. São histórias sem autor conhecido, mas que foram transmitidas através da cultura popular por muitos anos. Todos eles procuram passar um ensinamento. ... Ele não tinha nada de bonito, com sua cor opaca e suas manchas feias. Além disso ... Na sala de espera da clínica de psicologia, a recepcionista Tenten Mitsashi não consegue se manter longe do fiel paciente Neji Hyuuga. Engraçado, simpático e gentil; tudo o que ela procurava em um homem havia nele, quase sob encomenda. Mas ele não era exatamente o que ela esperava. Quando ele confidencia que é um androide, a mulher precisa tomar decisões que se tornam cada vez mais ... Frases de amor para a minha namorada: Curto e perfeito para se apaixonar. ... por isso não hesite e dedicar estas belas palavras de amor para minha curta noiva e bonito, para que ele pense em você o dia todo e muito mais. ... Você é definitivamente a melhor história de amor que o destino escreveu em minha vida. Pomba enamorada ou uma história de amor: conhecemos a história de uma mulher, eleita a princesa da Primavera num baile, que conhece Antenor, por quem se apaixona perdidamente. O grande problema é a reciprocidade – ou melhor, a falta dela! O homem não lhe dá qualquer valor porque não a ama nem nunca pretendeu amá-la, haja vista que o encontro deles foi apenas ocasional. Cacheado, liso, grisalho, curto ou comprido: seu cabelo conta sua história? Pantene acredita que os padrões de beleza impedem muitas pessoas de se expressar através dos seus fios – o que ... Junto à princesa, toda a corte adormeceu. Quando os 100 anos se passaram, um príncipe chegou ao reino e, movido pela força do amor verdadeiro, conseguiu atravessar os obstáculos do castelo e alcançar a princesa, a quem despertou com um beijo, provando que nada é impossível para quem ama de verdade. Baixe e leia a história aqui Andava eu a vaguear pelo Hi5, a ver aqueles profiles que veem ver o meu, quando descobri um texto muito bonito num deles. Normalmente não costumo ler os textos, mas como o título me despertou a atenção, que de manhã ainda é pouca, resolvi ler e adorei. Por isso decidi partilhar com vocês este lindo texto de amor. Histórias de amor que vão fazer você se apaixonar inúmeras vezes. Contos que falam por você e por suas experiências vividas. Pensar em um vídeo de casamento que conte a história dos noivos de forma resumida e que não canse na hora de assistir é a tendência do momento. O escritor de talento também é muito bom em criar algumas citações de amor curto e doce, como o descrito acima. Como Bach aponta, uma verdadeira história de amor nunca deve ter um fim. Se você está com alguém que você está destinado a ser para o resto de sua vida, não haverá tal coisa como um final feliz ou triste.

Fui babaca ao discutir com um garoto sobre o meu cabelo?

2020.06.24 20:40 pqtoddy98 Fui babaca ao discutir com um garoto sobre o meu cabelo?

Olá turma, Luba, falecidos papelões e possível convidado, bem a minha história é um tanto quanto estranha, bem, por volta de março de 2019, eu descobri que estava com uma infecção generalizada no couro cabeludo, mas uma boa adulta que sou, não contei pra ninguém, e minha mãe só descobriu em junho, ou seja já estava beeeeem avançado, meu cabelo estava caindo e tudo. Tive que cortar o cabelo bem curtinho, e com isso veio muita gente falando bosta pra mim, como "que eu tinha virado lésbica", mas isso pra mim não é nada, até porque somos o vale não é mesmo? O que mais me deixou puta foi um certo rapaz, que um dia veio falar comigo no WhatsApp (ainda tenho toda a conversa, nunca apaguei), onde ele falava absurdos sobre o meu cabelo. Como não dá de mandar imagens nesse sub, vou copiar algumas das mensagens. E vocês me ajudem a saber se fui ou não babaca, ok? [17/08/2019 00:20] Jackson: Fran 🌚❤ [17/08/2019 00:21] Frann 🌚☕: Sim?🤔 [17/08/2019 00:21] Jackson: Q cabelo e esse q ce ta 🤔 [17/08/2019 00:21] Jackson: 🙄 [17/08/2019 00:21] Frann 🌚☕: Iiih ala [17/08/2019 00:21] Frann 🌚☕: Curto pq [17/08/2019 00:22] Jackson: Sério 🤔 [17/08/2019 00:22] Frann 🌚☕: É [17/08/2019 00:22] Jackson: Mais vc parecia tão mulher [17/08/2019 00:22] Jackson: 💪🏻😌 [17/08/2019 00:23] Jackson: Ah menina de jogos e de animes [17/08/2019 00:23] Frann 🌚☕: Então quer dizer que cortar o cabelo, faz com que a mulher deixe de ser feminina? Não sabia disso [17/08/2019 00:23] Frann 🌚☕: E eu sou uma, esses comentários ridículos é que são a+ [17/08/2019 00:24] Jackson: N só o fato q cabelo curto n e legal n desse estilo [17/08/2019 00:24] Jackson: Sem ser o machista tlgd q n sou dessa classe [17/08/2019 00:24] Frann 🌚☕: Mas eu acho que, no caso, quem deve gostar, e achar bonito sou eu. Não o resto do povo. Rsrs [17/08/2019 00:24] Frann 🌚☕: Ata bom, não é KKKKKKKKKKKKK [17/08/2019 00:26] Jackson: Sei disso meu amor q sou pra contestar isso 🙄 [17/08/2019 00:26] Jackson: Graças a Deus q n [17/08/2019 00:26] Frann 🌚☕: Se sabe que estou de cabelo curto, então porquê a pergunta? [17/08/2019 00:26] Jackson: E pra começo de história n sou povo sou Eu 😌😂 [17/08/2019 00:26] Frann 🌚☕: Meio desnecessária, não viu a foto não? [17/08/2019 00:27] Frann 🌚☕: Como se você fosse grande coisa na minha vida não é meixmo? [17/08/2019 00:27] Jackson: Oxe só perguntei pq vc tava tão linda [17/08/2019 00:28] Jackson: N sei uma opinião pode positivo pode ser uma grande formação construtiva [17/08/2019 00:29] Jackson: Mais tudo bem cê q levar pro lado mal [17/08/2019 00:29] Jackson: Fica com. Vc então só perguntei [17/08/2019 00:30] Frann 🌚☕: Sabe Jackson? É esse seu nome mesmo né? Cabelo curto, ou longo, não define se a mulher é feminina ou não, enfim, seu machismo é tão nojento, que me deixa com náuseas, se eu cortei meu cabelo, ou não, isso é apenas da minha conta não é meixmo? Ou você tem algo a ver com a minha pequena vida? Espero que tenha entendido, você e o resto que se acha o "tal" pra falar do meu cabelo, eu sempre digo a mesma coisa: a escolha foi minha, não de ninguém [17/08/2019 00:30] Jackson: Parar de digitar me estressei cntg🥺 [17/08/2019 00:30] Frann 🌚☕: Se eu precisasse, eu pediria de uma opinião. [17/08/2019 00:31] Frann 🌚☕: Problema seu Ninguém mandou vir no meu privado, perguntar de uma coisa que está bem óbvia na minha foto. [17/08/2019 00:31] Jackson: Nem li o q vx falou 🥺💔 [17/08/2019 00:31] Frann 🌚☕: Sério? KKKKKKKKKKKKK [17/08/2019 00:32] Jackson: Vc e arrogante n parecia aquela menina legal quando te conheci [17/08/2019 00:32] Frann 🌚☕: Boa noite consagrado. Fique com suas "opiniões" apenas pra você. Até onde sei, não pedi nenhuma [17/08/2019 00:32] Frann 🌚☕: E se eu for? Kkkk acho que também não é da sua conta [17/08/2019 00:33] Jackson: N esperava parecia muito simpática e simples agora vc mudou 💔 [17/08/2019 00:33] Frann 🌚☕: Eu mudei, ou você que curte uns comentários imbecis? [17/08/2019 00:34] Jackson: Vou nem discutir com vc [17/08/2019 00:34] Frann 🌚☕: Claro, você não tem argumentos. É igual uma criança de jardim de infância, por tudo, fica de birra. Quer saber? Não me importo. [17/08/2019 00:34] Jackson: Apenas vc n mais aquela menina meiga e simpática de quando conheci [17/08/2019 00:35] Frann 🌚☕: Ou será que é pq eu nunca quis nada contigo? Kkkkk [17/08/2019 00:35] Jackson: Ta ❤ [17/08/2019 00:35] Jackson: N isso pra mim nunca foi um problema pq eu já tenho minha namorada [17/08/2019 00:36] Frann 🌚☕: Então se já tem, qual o motivo dos comentários? Siga sua vida. Apenas [17/08/2019 00:36] Frann 🌚☕: Rsrsrs [17/08/2019 00:36] Jackson: Nem quis falar nisso sou o cara educado do bem gente boa posso conseguir a mina q eu quiser [17/08/2019 00:37] Frann 🌚☕: Jura? [17/08/2019 00:37] Jackson: Oxeee cê parece ta meia repentina cmg😙 [17/08/2019 00:37] Frann 🌚☕: Gente a masculinidade desse daqui tá ferida [17/08/2019 00:38] Jackson: Olha a bixinha 😘 [17/08/2019 00:38] Frann 🌚☕: Você me chamou do que? [17/08/2019 00:38] Jackson: Er vamo ver 😁 [17/08/2019 00:39] Frann 🌚☕: Fala de novo [17/08/2019 00:39] Jackson: Achob q arrogante [17/08/2019 00:39] Jackson: E vc ta sendo desculpa [17/08/2019 00:39] Frann 🌚☕: Você me chamou de bixinha? [17/08/2019 00:39] Frann 🌚☕: Kkkkk [17/08/2019 00:40] Frann 🌚☕: A tua masculinidade é afetada e eu que sou a bixinha [17/08/2019 00:40] Frann 🌚☕: KKKKKKKK [17/08/2019 00:40] Jackson: Bixinha o q tem? [17/08/2019 00:40] Jackson: O q cê q Fran 🤔 [17/08/2019 00:41] Jackson: Aiai 😂😂 [17/08/2019 00:41] Frann 🌚☕: Reveja a sua vida, e sua postura, e depois vem falar comigo. Eu ao menos, sei digitar como gente civilizada. [17/08/2019 00:41] Jackson: Bom pra vc meu amor ❤😘 [17/08/2019 00:42] Frann 🌚☕: Claro. [17/08/2019 00:42] Jackson: Sii [17/08/2019 00:43] Jackson: 😙 [17/08/2019 00:43] Jackson: Cheiro no coração fica com. Deus [17/08/2019 00:43] Frann 🌚☕: Agradeço. Mas fico apenas com Deus, de tu não quero nada [17/08/2019 00:44] Jackson: Eu te oferici algo minha princesa🤔😂 [17/08/2019 00:45] Frann 🌚☕: O tal do "cheiro no coração" amorzin [17/08/2019 00:45] Jackson: Vou mimi tu ta me estressando 😙 [17/08/2019 00:45] Frann 🌚☕: Jura? [17/08/2019 00:45] Jackson: Saie [17/08/2019 00:45] Jackson: Odeio gente chata de chato só abasta eu [17/08/2019 00:45] Jackson: Kkkk [17/08/2019 00:46] Frann 🌚☕: Ainda bem que sabe o que é [17/08/2019 00:46] Frann 🌚☕: Sabe, não tenho memória pra pouca bosta não. [17/08/2019 00:46] Jackson: Sou 😂❤ [17/08/2019 00:47] Jackson: Ta ta [17/08/2019 00:48] Frann 🌚☕: Kkkkkkk [17/08/2019 00:48] Frann 🌚☕: Bloqueou
ME AJUDEM.
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2020.06.23 20:45 didx Um texto autobiográfico escondido pela máscara do anonimato.

É difícil falar do passado. Já perdi as contas de quantas vezes comecei posts semelhantes, mas sempre desisto antes de postar... Colocando o meu passado à mostra, talvez eu consiga aceitá-lo e olhar para o futuro. O anonimato me permite contar a minha história sem precisar me identificar...
@Mods, se não puder pôr aqui, eu ponho no desabafos, só peço que me avisem antes de apagar...
É a história de uma vida (ou várias), então peço desculpas se for longo demais; preciso pôr pra fora.
Nesses meus 28 anos, tive três ou quatro vidas diferentes. A primeira começou num bairro pobre de Santo André, de frente para uma comunidade, vivendo de favor num imóvel do meu avô, com quem tive pouco contato e que faleceu antes que pudesse conhecer melhor.
Apesar de pobre, vivia feliz. Filho de pai e mãe trabalhadores, tive o melhor que podiam me dar... E reconheço que não foi pouco. Graças ao esforço de meu pai, aos meus sete anos recebeu uma oferta de trabalho em uma multinacional de processadores, o que se transformou em uma proposta de relocação para os States.
Ali, na virada do século, aos oito anos, começou uma segunda vida. Mudamo-nos para Nashua (no estado de New Hampshire) e, apesar de imigrante em um país distante, aprendi o inglês com certa facilidade (não que eu tivesse outra opção). Do meu esforço fiz meu próprio mérito e, mesmo sofrendo de hiperatividade, consegui ter um desempenho brilhante, com médias mais altas que as de muitos nativos.
Ganhei uma irmãzinha e meu pai, uma nova relocação, para a outra costa. Voltamos ao Brasil para o batismo dela, e logo retornamos à "terra dos livres e lar dos bravos". Foi a última vez que vi meu avô.
2001, em Hillsboro, no Oregon, nova cidade, nova escola, novos amigos... Um certo receio, invisível pra mim, por parte dos adultos; imigrantes latinos são sempre mal vistos, e apesar das altas médias, tinha uma cadeira particular na sala do diretor.
Aí veio 2003, e o fim da minha segunda vida – durante as férias de verão, um colega de trabalho do meu pai nos levou para um passeio de barco no rio Columbia... Flutuando em uma boia puxada por esse colega, sofri um traumatismo craniano ao ser atropelado por um jet-ski que tentava pular as ondas feitas pelo barco. 14 minutos com o coração parado, uma experiência de dimetiltriptamina tão jovem, morri ali.
Meu pai ficou paralisado, em choque. Não fosse o ato heroico de seu colega, teria ficado morto. Não o culpo; não são muitos que conseguem reagir numa emergência. Sempre me pergunto se estaria aqui hoje para contar essa história, se isso tivesse ocorrido no Brasil... Quais e quantas sequelas teria?
Das 18:00 do dia 10 de Julho de 2003 às 02:00 do dia 11, nas mãos de um excepcional neurocirurgião pediatra, fui revivido. Oito dias na UTI, um mês e meio de reabilitação e fisioterapia; precisei reaprender a falar, comer, andar... Tenho até hoje a falha no cabelo e os pinos no crânio, para nunca me esquecer.
Recebi visitas de todos os meus colegas e professores, cartas e flores e telefonemas de familiares no Brasil... Mas terminada a emergência, meu pai precisou voltar ao trabalho, minha mãe me acompanhando no hospital, minha vó precisou ir até lá para cuidar da casa e da minha irmã. Ambos lidaram com isso pior do que eu; meu pai mergulhou no trabalho, minha mãe desenvolveu PTSD. O casamento deles morreu ali, e me culpo por isso até hoje...
Começou, então, minha terceira vida. Sofri com o retorno às aulas; apesar da recuperação ótima e não ter sofrido nenhuma sequela neurológica séria, passei a ver a vida com novos olhos. A partir dali, não podia mais praticar esportes, nem brincar com os amigos, só saía de casa acompanhado... Animal Crossing foi a salvação da minha sanidade. Todas as horas livres dediquei para fazer um vilarejo bonito; não podia ter amigos reais, então fiz amigos com os NPCs.
No final de 2004... Fez-se necessário permanecer um ano fora, para oficializar o green card, dar baixa na documentação brasileira, e receber a cidadania americana. A alternativa era Vancouver, ao invés de São Paulo. Optamos pelo Brasil, por apenas um ano... Mas esse um ano virou quinze.
O pai foi relocado para a empresa no Brasil; seu chefe o enrolou numa rede de corrupção, que culminou na sua demissão. O sonho americano tornou-se areia e escapou por entre meus dedos. O gosto amargo de decepção e a falta de habilidades sociais me fez ermitão. 2005 se encerrou com o início da minha quarta, e atual, vida.
2006, retornei a Santo André.
2007, o processo legal movido contra a empresa responsável pela falha mecânica que ocasionou na minha (quase) morte rendeu-me uma indenização recheada, da qual foram debitados os custos médicos e advocatícios. Restaram-me $48.500,00, bloqueados até completar 18 anos.
Meus pais brigavam e gritavam diariamente. A desilusão se transformou em depressão, e não fui capaz de me sustentar no primeiro ano do ensino médio – tampouco pela adoção de um novo sistema de avaliação na escola; das quatro turmas do primeiro ano, uma inteira reprovou, na qual estava incluso.
2008, o pai ficou desempregado outra vez. O casamento, já definhado pelo estresse e trauma, não aguentou e ruiu. Separaram-se. Minha mãe assumiu a casa e as contas; talvez pela mensalidade ser mais barata, talvez para evitar que eu seguisse o mesmo caminho que meu pai, minha mãe me transferiu para um colégio pseudo-militar, dirigido por uma sargenta, cujo nome rima com "bosta".
Não bastava ser inteligente, precisava ser gado, e eu, irreverente, indisciplinado, ou talvez apenas por ter a personalidade forte, reprovei outra vez.
2009, fui transferido novamente, para um colégio com nome geométrico. Curso técnico. Informática. Aprendi a programar no primeiro semestre. A mãe tentou o amor outra vez, mas seu namorado não gostava dos filhos dela. Em um belo feriado, foi viajar; fui para a casa da minha vó. Quando eu voltei, tinha uma nova fechadura na porta. Um mero mal entendido, mas me motivou a ir morar com meu pai na capital paulista, ele novamente empregado, desta vez em certa multinacional coreana de tecnologia. Foi ali quando essa quarta vida começou a desandar.
Apesar do colégio de destino (de péssima qualidade, diga-se) ter E.M. técnico, não aceitavam transferência; para não perder mais um ano, aceitei o regular.
Logo depois de completar 18, em 2010, o pai tornou-se vítima de nova corrupção corporativa... Foi demitido. A partir daí, precisei torrar a indenização, já que ele não admitia que eu trabalhasse, e eu era incapaz de convencê-lo. Passei a arcar com todas as despesas. Aluguel, condomínio, contas, alimentação... Meu pai, sonhador, começou a perseguir sonhos altivos, já que ninguém queria contratá-lo devido seu histórico de demissões.
A mensalidade do colégio virou mensalidade da faculdade. Eu, tolo, imbecil, estúpido, mesmo tendo passado na primeira fase da FUVEST e tendo tudo para passar na segunda, escolhi a Anhembi Morumbi. Se eu pudesse voltar no tempo, desceria o cacete no eu de 19. Ao invés de Ciências da Computação na USP-São Carlos, fui fazer Design de Games com os mauricinhos e patricinhas do bairro Morumbi. O objetivo era, através da rede Laureate, pedir uma transferência para o Canadá, contando com as promessas do meu pai, baseadas em sonhos altivos e sem nada concreto que sustentasse... Sonho com isso até hoje.
Nesses três anos, o dólar subiu e baixou de valor, cada dólar valendo 3,50, depois 3,00, 2,00... Aquela indenização já estava ficando sem recheio. Hoje, com cada dólar valendo cinco talkeis, seria um bônus ímpar... Mas, sem nenhuma fonte de renda, esse bônus esgotou-se.
2013... Retornamos à casa da minha avó. Eu, idiota, achei que teria condições de enfrentar a viagem de um bairro distante em Santo André até o Morumbi, de transporte público... Contratei o FIES. Outro erro – ninguém merece uma dívida estudantil de R$63.000.
Voltei a morar com a minha mãe na segunda metade do ano – morando a cinco minutos de uma estação de trem, pelo menos não precisaria pegar ônibus. No entanto, da janela da cozinha, vejo a UFABC... Fiz amigos em Santo André, graças a amigos de amigos... Ou, eu achava que eram amigos. No final, eram daquelas amizades desequilibradas, onde um lado dá mais valor que o outro. Eles estudavam na UFABC, e vendo o desempenho menos que ideal deles, imaginei que eu também conseguiria.
No entanto, o prazo para transferência era curto, e a Anhembi Morumbi fez de tudo para não cumprir o prazo para entrega de documentos, apesar do pedido de urgência; minha nota do ENEM insuficiente (por pontos decimais), fui para a UNIFESP e de lá me transferi para a UFABC. Passei 2014 ao vento, e em 2015 consegui.
Outro erro.
Acreditei que era capaz, mas não tinha a mentalidade certa – uma vida acadêmica requer mais esforço do que eu tinha para dar – e com a carga horária pesada e as falhas sistêmicas, cheguei à conclusão que o problema era eu... Na realidade, o problema eram os amigos. Era a primeira vez que eu sentia que pertencia a um grupo, e me agarrei nisso como um colete salva-vidas. Estava enamorado de um deles, mas esse relacionamento se provou unilateral e insustentável.
Nesse mesmo ano, passei em um concurso público municipal, mas como a minha prioridade era acompanhar o grupo, acabei perdendo a vaga. No ano seguinte, fui chamado para uma vaga de estágio em certa multinacional alemã de TI.
Perdi os amigos e o namorado, mas, ainda assim, tinha tudo para dar certo. Até que o drama familiar começou. Meu tio sofreu um AVC, virou um legume. Fiquei sem chão, sem cabeça para me concentrar. Junto dele, perdi também a vaga de estágio e a vaga na UF.
Passei 2017 em depressão. O ano inteiro. Saía de casa, quando muito, para comprar cigarro e erva, e pra passear com as cachorrinhas. No fim do ano, meu tio faleceu.
Foi a gota d'água. Estava decidido em acabar a minha própria vida no meu aniversário. Não consegui, então fui atrás de ajuda, pelo SUS, a única opção que tinha. E consegui. Comecei a me medicar, e vivi os primeiros cinco meses do ano em letargia total. No segundo semestre, surgiu uma nova oportunidade de relacionamento, uma nova oportunidade financeira, e uma nova oportunidade acadêmica. Tentei agarrar as três, e falhei miseravelmente.
Mas estava decidido a não me deixar afundar em depressão de novo. Fui atrás de terapia, comecei um novo tratamento psiquiátrico...
Em 2019 descobri, errando, que psicotrópicos, antidepressivos e antipsicóticos não podem ser misturados com álcool. Quase agredi meu namorado. Terminamos. Estava trabalhando em um call center, então tudo bem... pelo menos mantinha a mente ocupada.
Sem objetivos definidos, trabalhando em uma vaga temporária (de alta rotatividade e baixa chance de efetivação), o contrato acabou e eu entrei pros 13 milhões de brasileiros desempregados. Passou-se o ano.
2020, recomecei a faculdade. Estou indo bem. Apesar do caos lá fora, estou cheio de determinação, e estou seguindo em frente. Não tem mais espaço no meu coração para amor senão o amor-próprio; não tenho mais que três amigos, e é um mistério como me aguentaram até esse ponto, não sei como apareceram, nem mesmo como fazer novas amizades.
Encerro, então, essa minha autobiografia, com essas três palavras, que só entendi vivendo...
It gets better.
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2020.06.21 18:26 JaoEvJoo Ainda te amo?

Olá, turma/chat/nãosei!Essa história é longa e é uma história de amor e uma saída do armário.Antes de eu começar é bom que vocês já saibam de algumas coisas:eu sou um garoto bissexual, tenho 16 anos porém tudo se passou quando eu tinha 15, o início se passou em Novembro de 2019 numa época que eu ainda não era assumido para meus pais.
Como já disse anteriormente, tudo se iniciou em novembro de 2019. Num dia em que aconteceria um evento geek promovido por um escola particular aqui da minha cidade. A inscrição era gratuita, então eu fui junto à uma amiga que irei chamar de "Farls" e lá nos encontramos com o restante de nossos amigos. Como estávamos em muitos, acabamos que nos dividimos em alguns grupos menores, mas isso é irrelevante.
Assim que eu me encontrei com uma outra amiga que vou chamá-la de "Kerls", percebi que ela estava acompanhada de mais 2 garotos que eu não conhecia. Nos cumprimentamos e ela nos apresentou. Um se chamava Paulo e o outro Carlos (obs: são nomes fictícios) eu e o Paulo trocamos aqueles olhares profundos e rolou uma certa química ali. Logo após, a Kerls disse-me que os dois também eram bissexuais. Porém, o Carlos que me chamou para conversar dizendo que me conhecia de uma antiga escola que eu havia estudado no ano de 2018. Eu não conseguia me lembrar dele até porque minha atenção estava completamente voltada ao Paulo. Depois de uns 5 minutos de conversa, Kerls e os dois meninos foram passear.
Eu comentei com Farls que tinha achado o Paulo extremamente bonito e nós ficamos papeando sobre ele. Depois de um tempo, quase no final da tarde, eu recebo uma mensagem de voz de um número não salvo. Rapidamente, fui ver do que se tratava e para minha surpresa o número era do Paulo, eu soube pois olhei a foto de perfil e o reconheci. Então, eu escutei o áudio e não era ele, e sim a Kerls nos chamando para ir para um parque que havia lá perto. Disse que nós não podíamos ir pois meus pais já estavam quase indo nos buscar. Após isso, Farls pegou meu telefone e enviou um outro áudio redirecionado à Paulo, dizendo que eu queria ter ficado com ele. Eu autorizei meio relutante pois queria saber no que isso poderia dar.
Depois de umas horas, quando eu já estava em casa, eu recebo uma mensagem de Paulo dizendo que eu poderia ter falado com ele caso eu quisesse ter ficado. Após isso, iniciamos uma conversa que teve horas de duração sobre vários diversos assuntos. Mas um deles me deixou um pouco cabisbaixo, ele me disse que tinha ficado com a Kerls e que ela era uma menina extremamente bonita e que estava bem afim dela. Eu disse que realmente era verdade, que ela era uma menina incrível, simpática e etc...
No dia seguinte eu tinha aula (o evento aconteceu num domingo). Eu fui à escola e lá me encontrei com Kerls. Nós ficamos falando sobre o Paulo e ela me disse que tinha ficado com ele, que ele era incrivelmente fofo e até mesmo que ela tinha dormido no colo dele no caminho de volta para casa no ônibus. Então como um bom amigo de Kerls e um bom recém-amigo de Paulo, resolvi tentar juntar os dois visto que aparentemente eles se faziam bem.
No dia seguinte a isto, conversando com Paulo, ele me diz que ele e Kerls estavam conversando bastante e se aprofundando muito num possível relacionamento. Fiquei feliz por eles e os fui incentivando.No mesmo dia à noite, chamei Paulo para ir à academia junto a mim e a um outro amigo que vou chamar de Pedro. (eu o chamei para ir fazer uma aula experimental.) Ele foi e lá nós conversamos bastante. Assim que finalizamos o treino ele me disse que morava um pouco longe da academia e que o pai dele havia saído após ter levado ele e não podia o buscar naquele momento. Então eu os chamei para vir para minha casa para esperar o pai dele em maior segurança. Ele veio e nós três conversamos bastante e falamos sobre diversos assuntos, um deles muito triste, ele me disse que tinha e estava passando por uma depressão terrível, que há pouco tempo teve que ficar internado por 6 meses após uma tentativa de suicídio. E que mesmo que havia pouco tempo desde que nos conhecemos, nossa amizade o estava fazendo muito bem. Poxa, eu fiquei extremamente abalado e feliz ao mesmo tempo por eu estar fazendo bem à alguém. Depois de um tempo o pai dele o buscou e ele me mandou uma mensagem muito fofa agradecendo pelo dia que tinha sido muito bom.
Depois de vários dias indo à academia conosco e logo após sempre vindo à minha casa nós criamos um laço de amizade muito forte. Até que um dia, a Kerls volta com o ex e deixa o Paulo de lado, assim o deixando arrasado, por mais que eles não tinham nada de mais, aquilo o deixou muito mal. Então, eu o fui consolar por mensagem e depois de uma grande conversa ele me disse que nem tinha criado muitos sentimentos por ter sido algo muito momentâneo e rápido. Eu insisti perguntando se tinha sido isso mesmo e perguntando se ele realmente estava bem com tudo isso. Ele me disse que sim e como uma prova de que não havia tido tais sentimentos com ela, ele ficaria comigo até porque ele já estava afim antes.Eu fiquei bem feliz com isso e logo topei. Nós marcamos de nos encontrar num evento de final de ano que teria na minha escola para a comunidade.O evento aconteceria à noite e lá nos encontramos. Assistimos as apresentações e resolvemos sair de lá. Fomos para a porta da escola e lá estava cheio de gente, então decidimos descer a rua para ali ficarmos. E lá rolou um beijo incrível na porta de uma igreja católica. (Minha escola fica de frente a esta igreja)
Depois de um bom tempo nisso, de ir à academia juntos, depois para minha casa, minha mãe começou a estranhar bastante o nosso relacionamento. E por vir de uma família extremamente tradicional e conservadora, ela criou um preconceito em cima dele. Mais pelo jeito dele e de como estávamos. (ele usava uns brincos e um piercing) (hoje em dia eu também uso brinco)
Mas teve um dia que foi a gota d'água para ela. Ela sofre de vários problemas de saúde e alguns transtornos psicológicos.Nós combinamos de ir à praça após a academia para relaxarmos e ficarmos de boa juntos. Como eu fazia academia à noite por estudar em período integral e nesse dia meu amigo Pedro não ter ido comigo por estar cansado, ela resolveu ir me buscar para eu não voltar para casa sozinho. Porém, quando ela me ligou dizendo que estava indo me buscar, eu já não estava mais na academia . E como a praça que fomos é relativamente longe, tive que voltar correndo para a academia. Mas já não daria mais tempo. Minha mãe foi à academia e perguntou ao meu treinador onde é que eu estava e ele disse que eu já tinha saído há um bom tempo e que estava acompanhado. Ela me ligou desesperada perguntando onde é que eu estava e com quem (Voltando a falar sobre seus problemas psicológicos, vale eu falar que ela é super protetora devido a ela já ter perdido um filho recém-nascido).Eu não queria dizer que eu estava com o Paulo pois ela já não estava gostando muito dele. Mas ela acabou que nos encontrou e surtou. Ela disse que eu não deveria ter feito isso com ela, que eu sabia de todos os problemas que ela tem.Ele foi embora e eu voltei para casa com ela falando muito, falando que eu poderia ter matado ela e várias outras coisas. (Inclusive este era um dos motivos de eu não me assumir à ela. Meu pai já é mais tranquilo, minha família paterna já é mais liberal e mente aberta. Inclusive minha avó é escritora, vale ressaltar pois eu tenho muito orgulho dela.) Após isso, mandei várias mensagens à ele pedindo desculpas pelo que tinha acontecido, ele disse que eu não precisava me preocupar pois não era culpa minha e que quem o devia desculpas era minha mãe, pois ela o insultou um pouco dizendo que desde que ele apareceu na minha vida eu tinha me tornado um mentiroso e tudo mais. (Nisso, já era dezembro)
Logo após tudo isso, nossa relação ficou um pouco estranha (o que já era de se esperar) nós não conversávamos mais direito, minha mãe me PROIBIU de ir à academia, ela não queria mais que ele viesse aqui para casa e nem que tivéssemos mais contato. Foi tudo péssimo.E no dia 06 de dezembro pela manhã, eu recebo uma notícia desesperadora, ele havia cortado o pulso e estava no hospital, mas seu quadro não era grave e ele estava fora de risco, mas mesmo assim, obviamente, eu fiquei desesperado. Arrumei uma forma de conseguir o número da mãe dele e nós conversamos mas não entramos no assunto "nós".
Após alguns dias internado e eu já estar tendo contato com ele pois ele estava com o telefone, ele teve alta. Mas mesmo assim, não estávamos conversando direito. Tentamos marcar algumas coisas mas tudo sem êxito.Eu sei que não estávamos conversando direito por uma grande parcela de culpa minha, pois eu estava desesperado com tudo, minha cabeça estava cheia e eu só queria saber de dormir para que todo aquele momento conturbado passasse logo. Eu estava me sentindo pressionado por alguns outros motivos pessoais que prefiro não citar e também pelo fato de eu querer me assumir mas não saber como (ele sempre me incentivou mas disse que eu deveria fazer no meu tempo, mas quanto antes, seria melhor.)
Enfim, após tudo isso, o ano virou! e entra o ano da decadência em aspectos gerais 2020.Logo no começo, nós estávamos dispostos a resolver este conflito que minha mãe tinha com ele. Eu fui lá conversar com ela perguntando os motivos e gravando tudo para enviar para ele. Pasmem, gravei uma sequência de áudios que juntos formaram mais de 40min. Mas o que discutimos foram várias coisas, inclusive sobre a sexualidade dele e o pensamento que ela tinha que envolvia questões religiosas que vocês já devem imaginar quais foram as ideias apresentadas por ela.Enfim, nós já estávamos discutindo bastante há até um tempinho desde o áudio, sobre sexualidade em geral. Ela sempre dizendo que "DeUs CrIoU o HoMi e A mUiÉ".
Depois de ter ouvido tudo, ele me enviou uma mensagem que me arrasou. Ele disse que preferia se afastar por mais que doesse, pois ele não queria causar mais nenhum problema e discussões entre eu e minha mãe. Eu fiquei desesperado, mas mesmo assim pouco insisti para ele não ir. Eu estava com a cabeça muito cheia e extremamente estressado com tudo. Isso que me machuca, eu deveria ter feito mais?
Mesmo hoje, após 6 meses que não nos falamos mais, eu ainda sinto um carinho enorme por ele e sinto que eu deveria ter feito mais por ele. Eu fiquei muito dividido. Eu até tive algumas tentativas de reaproximação, porém ele acha que é melhor assim para nós dois.
Em fevereiro desse ano, eu finalmente saí do armário, e isso foi bem graças à ele, pois mesmo que não tínhamos contato mais, ele ainda era uma fonte de forças para isso.Até hoje minha mãe não entende muito bem e apenas finge que nada aconteceu. Eu contei aos meus pais que eu tinha ficado com ele e ela ficou bem puta, disse que eu tinha traído a confiança dela em mim.Hoje, a poeira abaixou, ela ainda não aceita mas respeita. Ela inclusive foi comigo colocar o meu brinco. (Um avanço para ela)Eu não quero colocar minha mãe como a malvada, ela é muito doce e amorosa. Porém, por ter vindo de uma família tradicional e conservadora, ela ainda tem a mente fechada perante a estes assuntos.
Como disse, ainda sinto um carinho enorme por ele e sinto ainda que eu deveria ter feito mais por ele. Mas eu tinha ficado muito dividido e hoje sinto imensamente a falta dele. Não é falta de tentativa de contato, ele inclusive tinha me dito que por mais que também sentisse um carinho por mim, ele preferia apagar essa parte que foi um período dolorido de sua vida. E esse também é um dos motivos de eu não insistir mais, não quero que ele volte a pensar neste período difícil e sombrio de sua vida.Hoje, por informações de terceiros, sei que graças à Deus ele está muito bem e que seu novo tratamento está dando muito resultado. Fico muito feliz por isso e o agradeço por tudo, cada momento com ele foi muito especial para mim, e por mais que tenha sido por um período de tempo razoavelmente curto, me marcou bastante e eu com certeza o levarei para o resto de minha vida.
É isto, turma! Agradeço imensamente quem teve paciência de ler até aqui. Levei um pouco mais de 3 horas escrevendo, relembrando, bateu aquela nostalgia de algo que não voltará mais, mas que foi algo bom e muito especial, vivência e uma história para contar aqui para vocês.
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2020.06.21 01:42 meninopis Am I the asshole?

Rola pra nós Luba.
É o seguinte, eu sou um adolescente de 19 anos que resolveu meio que "casar" com um cara, vamos enfatizar que só morei junto. Bom, no ano de 2015 eu me descobri Bi(eu tinha apenas 14 ano) contatei meus pais e amigos. Dae conheci um cara que passei 5 anos com ele(o mesmo que vou falar no texto), ficávamos muito e tals. 4 anos depois a gente começar a ficar(obs: eu já estava dormindo com ele e tals), ele resolveu me chamar pra morar com ele; eu aceitei né até porque já faziam 4 anos que ficávamos e nos conhecíamos bem já. Todos meus amigos sabem que sou uma pessoa muito caseira, curto algumas festas com meu amigos, mas prefiro ficar em casa. A maioria das vezes que eu saia era pra ir a praia a noite(tenho um amor enorme por isso, pôs fico escutando música enquanto sinto a energia do mar; e também por que já tive uma pré depressão e ir a praia me ajudou muito a superar.) Ao mercado ou sorveteria. Bom, por eu ser muito novo e consideravelmente bonito, muitas meninas me julgavam e soltavam a piadinha do "que desperdício", me magoava muito e foi uma péssima parte da minha vida. Vamos a o que importa! Um dia meu pai fez uma festinha na casa dele, me convidou e convidou meu "namorado/esposo ou sla", aí fomos e tals e, eu resolvi vir pra casa mais cedo por que queria ler um pouco e dormir. Quando ele chegou(totalmente alcoolizado), começou a me xingar e falar muita merda cmg do tipo: você é um imbecil, você não me ama, você sai e não me diz nada(lembrando que eu não saiu de casa), deve está comendo umas putas por aí, você deve ter alguma DST. Aí eu fiquei super espantado, até porque se fosse pra eu pegar mulher eu não estaria com ele e seu eu tivesse uma DST ele também iria ter. Ele xingou, pegou no meu braço e apertou, me puxou pra lá e pra cá. Aí eu falei a ele que eu não estava mais o conhecendo e que eu não iria mais ficar com ele, peguei minhas coisas e fui embora, voltei só pra pegar minha gata e as coisas dele(ele sempre ficava mandando mensagem pedindo pra voltar). 1 mês depois comecei a ficar com outro garoto, aí ele descobriu e ficou muito bravo por isso, tanto que eu e meu atual estávamos tomando açaí juntos e ele nos viu. No momento que ele nos viu, ele instantâneamente foi lá tirar satisfação, ele falou: é assim né seu vagabundo?! Acabou cmg pra ficar com ele né?! Eu sempre soube que você não valia nada e coisas do tipo. Daí eu peguei meu açaí e joguei no rosto dele(aconteceu pra crlh), falei que eu não quero mais ficar com ele, que abomino ele, que ele é um lixo e que nunca mais quero olhar na cara dele. Ele saiu mal(não sei porque), mas daí o guri que eu estava disse que passei um pouco do limite e tals. Que história grande véi pqp. Mas e aí Lucas e turma, eu sou o babaca?
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2020.05.02 00:14 NoiteAmorosa PROCURO NAMORADINHA

EU QUERO UMA NAMORADINHA: redpillada channer, dogoleira, wgtow, ancap, jogadora de lol, jogadora de poker, bv, virgem, sem amigos, crente, fã da UDR,magrela, footlet,escuta Chico Buarque, weeabo, hikkimori, otaku, gamer, furry, fujoshi, hetero,federal,trader de bitcoin,hacker, defacer, cubista, penspinner, recordista de memorização de baralhos, timida, mãe de pet, hidratada, não consumidora de açucar, saudável, youtuber, netolover, pooper, cambista, shitposter, anarquista, materialista, roquista, travesquista, mono talon vlogger, blogueira, e-girl, intolerante a lactose, intolerante a gluten, grinder e hipnóloga, fiel, niilista existencialista, metaleira, headbanguer, pelo no suvaco, patriota, masoquista, ballbuster, jogadora de minecraft, buceta fedida, que não tenha medo de chuta minhas bolas pelo amor de deus eu nao consigo encontrar uma menina pra chutar minhas bolas por favor deus eu imploro nao agusnto mais isso nao eh um meme porque voces tem medo de me chutar no saco. Raça: nórdica Altura: 170cm+ Pele: 1 ou 2 (Fitzpatrick) Olhos: 7+ (Martin) Cabelos: qualquer cor, mas apenas lisos ou ondulados (FIA) Nariz: reto ou virado para cima Crânio: dolico ou mesocefálico Óculos: não Aparelhos: não Queixo furado: não Covinhas: não Orelha presa: não Orelha de abano: não Franja em V: não Pelos no corpo: muito pouco Tatuagem: não Graduação: apenas cursos voltados à pesquisa Faculdade: apenas bem conceituadas Habilidades matemáticas: sim Idiomas: fluência em inglês e mais outro idioma Álcool, cigarro, drogas: não, nenhum Personalidade: introversão Cultura: europeia ocidental RELIGIÃO: Cristã Ortodoxa Gostar de escutar rogério skylab:
Para ser sincero, você precisa ter um QI muito alto para entender Rogério Skylab Para ser sincero, você precisa ter um QI muito alto para entender Rogério Skylab. O humor é extremamente sutil e, sem uma compreensão sólida de filosofia moderna, a maioria das piadas vai passar despercebida pelo telespectador médio. Há também a visão niilista de Rogério, que está habilmente tecida em sua caracterização - sua filosofia pessoal se baseia fortemente na literatura de Nododaya Volya, por exemplo. Os fãs entendem essas coisas; eles têm a capacidade intelectual para realmente apreciar a profundidade dessas piadas, para perceber que elas não são apenas engraçadas - elas dizem algo profundo sobre a VIDA. Como conseqüência, as pessoas que não gostam de Rogério Skylab são verdadeiros idiotas - é claro que eles não apreciariam, por exemplo, o humor no bordão existencial de Rogério "Chico Xavier é viado e Roberto Carlos tem perna de pau", que é uma referência criptíca para o épico Pais e Filhos do russo Turgenev. Estou sorrindo agora mesmo imaginando um desses coitados simplistas coçando a cabeça em confusão enquanto as músicas se desenrolam na tela de seu computador. Que tolos… como eu tenho pena deles. E sim, a propósito, eu tenho uma tatuagem do Rogério Skylab. E não, você não pode vê-la. É só para os olhos das damas. E mesmo elas, precisam demonstrar de antemão que possuem um QI com diferença absoluta de no máximo 5 pontos do meu (de preferência para baixo).
Rotina, Habitos e interesses: Nofap + Banho Gelado + comer carne crua + comer virado pra parede + biohack + dormir no chão + Jordan Peterson + mewing + HBD + PUA + jelq + dormir 5 horas por dia + café gelado sem açúcar + hipismo + compilação mitadas Enéas + alho cru + podcast do Joe Rogan + redpill + Brain Force + Jejum + meditação iasd + músicas para concentração, foco e inteligência + teste de QI da internet + grupos de linhagem viking do facebook + ficar longe do poste de internet 4G + youtube do varg vikernes + essência de morango da turma da mônica no narguilé + jogar vape na cara de todo mundo que tentar entrar no bloco da faculdade + 5 segundos de calistenia no deserto do atacama + darkcel + óculos do aécio na foto de perfil + ler quotes do nietzsche no brainy quote + criar galinha no quarto sem os pais saberem + Alho cru + uma colher de azeite quando acorda e outra antes de dormir + jejum de 24hrs a cada 72hrs + assistir VT no premiere logo que chega do estádio + canal Ultras World + LibreFighting + Operation Werewolf + comprar os artigos do Paul Waggener + Centhurion METHOD + humilliation exposure com a finalidade de criar uma crosta na sua mente capaz de desenvolver uma resiliência que resiste à humilhação como se ela fosse nada + tomar banho descalço em chuveiro de academia com chão mijado + musculação caseira + hackear o sono + Empreender + 10 livros de auto ajuda por mês + PUA + Selo super fã da fúria e tradição + Biokinesis + 432hz music + Mexer o pau sem piscar o cú + meditação transcendental + veganismo + minoxidil para cultivar uma barba + filmografia Jason Stataham + assistir vikings + redpill + ir no cinema sozinho + treino saitama + coach quântico + enema de café + dieta lair ribeiro + agua alcalina + O Método de Wim Hof + sabedoria hiperbórea + artigos da Nova Resistência + Biblioteca do Dídimo Matos + dormir virado pra patede assoviando no escuro pra espantar o curupira + dar 3 pulinhos toda vez que levantar da cama + dizer amém quando um 1113 azul passar por você na rua + 100 flexões por dia + 6 meses de jelq + injaculação guiada + sociedade thule + energia vril + chapéu de alumínio para se proteger das armas psicotronicas emitidas pela CIA + caderno de anotações smiliguido + pedir a bênção ao carteiro toda segunda de manhã + 3 horas de academia + 4 horas de corrida + mascar café + exercícios penianos do Dr. Rey + maratona saga Rocky + trilha sonora saga Rocky + trilogia Mercenários + filmes do Jason Statham + assoviar o hino do Palmeiras de ponta-cabeça + intro do Canal do Nicola em loop + palestras do Antonio Conte + vídeos do Rodrigo Baltar + dicas do Gustavo Gambit + aulas de italiano + dormir ouvindo Ultraje a Rigor + ler Walden pelado na mata atlântica de madrugada + ouvir músicas em velocidade aumentada + canto gregoriano árabe + ensinar hino do botafogo pra calopsita + fritar comida com banha de porco + assistir videos de situaçoes de risco com a finalidade de se preparar para o perigo + Terapia Holistica com 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Astúrias perguntar quando custa a bolacha Bauducco que aparece no site + Mandar entregar pizza na Rua dos Tamoios casa n°18 com portão vermelho + cosplay de russo no Omegle pedindo pra mostrarem a bunda + Dormir imaginando uma linha pra fazer viagem astral + recitar Homero pra mendigo + tomar antibiótico no café da manhã + Meditar imaginando o raio de luz violeta que representa a energia transmutadora + Workshop Reiki do Canal Luz da Serra MULHERES TERRAPLANISTAS RALEM.
Primeiro de tudo! Vai tomar no cu, MULHERES terraplanistas! Junto com todas que me contrariaram nos últimos meses falando "dur hur você não sabe nada de paleontologia, vai assistir seus desenhos filipinos e não encha o saco". TODOS OS DINOSSAUROS TEM PENAS! LERAM DIREITO? TODOS OS DINOSSAUROS TEM PENAS! A farsa ficou tão óbvia, que eles não tem mais como esconder que TODOS OS DINOSSAUROS TEM PENAS! Alguns mais penas, outros menos penas, MAS TODOS TEM. E aproveitando no mesmo vídeo, NÃO TEVE METEORO PORRA NENHUMA! Provavelmente as mudanças climáticas naturais, junto com a separação gradual dos continentes, é que extinguiu a mega-flora e a mega-fauna. E se teve algum meteoro, apenas acelerou o processo em uma região muito especifica. Agora só falta as ((especialistas)) e a (((Academia))) admitir que dinossauros nunca existiram e que foi tudo um erro grotesco de interpretação de pessoas que não sabiam que caralhos eram aqueles esqueletos. São apenas aves e mamíferos ancestrais de milhões de anos atrás. E antes que eu me esqueça, vai todo mundo que me contrariou tomar no cu!
GOSTAR DE MIM POR QUEM EU SOU E NAO PELA MINHA APARENCIA
Sério, de verdade, ser uma pessoa bonita não é fácil em nossa sociedade atual; não é só os olhares de desejo das mulheres e dos homens que me incomoda, e sim, o fato de ser só isso para as pessoas. Sou muito mais que apenas um cara bonito. Tenho qualidades além dessas, e saber que as pessoas não ligam para elas, pois estão entorpecidas de anseio pela minha formosura, me entristece muito.
Não suporto mais ser bonito. Tudo que eu queria era poder nascer de novo num corpo de uma pessoa feia, pois sério, vocês não sabem como me dói saber que por culpa de algo que nasceu em mim (a incrível beleza), serei rotulado eternamente por isso.
Eu trabalho, estudo, procuro, conheço, aprendo! Sou um ser-humano como qualquer outro e não só mais um rostinho bonito.
Pergunta antes de eu poder te namorar: Você é ocultista?
Essa é a pergunta de um milhão de dólares que raramente vejo sendo feita.
Se você ainda não for, pra se tornar minha namorada precisará ser e aqui está como fazer isso
É fato que a maior parte da literatura especializada ocidental acredita em Deus e Cristo, somente olhando-o por uma lente diferente. Não há um ritual que lhe aproxime de Deus, as coisas raramente são tão simples. Entretanto, com estudo e meditação o caminho começa a ficar mais claro.
Entenda que não sou nenhum senhor da verdade, e o que te falo hoje posso descobrir ser mentira amanhã. Saiba também que um dos maiores problemas desse meio é a falta de um início claro, sendo as obras tidas como introdutórias porcarias completas. Dito isso, lhe respondo o seguinte:
  1. O caminho mais completo para se aproximar do que você quer começa com noções do pensamento Helênico. Entenda que boa parte da visão de mundo cristã vem da antiguidade clássica, principalmente as noções de harmonia e belo. Não te peço para ler tudo o que já foi jogado ao chão pelos gregos, mas saiba um pouco das origens das coisas. Tenha uma ideia básica dos quatro humores gregos, e que essa é uma das origens para atribuirmos personalidades aos elementos da natureza. Entenda um pouco dos seus deuses e Cosmos, porque eles serão utilizados no futuro de forma metafórica em textos. Saiba que quando aparecer um hermafrodita em um texto especializado não há conexão com desvios modernos, mas com um simbolismo mais antigo (Salvo engano, sua origem é Platônica. Mais especificamente, O Banquete, durante os discursos sobre amor).
  2. Entenda que boa parte da origem da magia ocidental vem da confluência da cultura grega com a egípcia, incluindo a alquimia. A tábua esmeralda é um texto obrigatório. Leia um pouco sobre o Axioma de Maria, A judia. Aprenda um pouco da simbologia alquímica, porque será importante para você no futuro. É dentro da alquimia que irão discursar sem final sobre a trindade (pelo menos os da corrente de Paracelso). Não se pretenda nenhum mestre dos espagíricos, porque os químicos farão isso melhor do que você. Entenda que não havia essa separação absoluta entre o material e o espiritual, então os dois conhecimentos andaram juntos ao decorrer da história. Entenda também que haviam escritores voltados especificamente para a alquimia espiritual, enquanto outros à química.
  3. Estude a Cabala. Eu entendo que para alguns seja difícil dar atenção à Cabala Judaica com o surto conspiracionista chanístico sobre a índole de todo um povo, mas querendo ou não o judaísmo é o Pai da fé cristã, sendo Jesus judeu. Entenda que a árvore da vida é um estudo sobre Deus e suas emanações, e dela virá uma boa parte de seu conhecimento.
  4. Leia as coisas atuais sobre o assunto. Dê atenção aos escritores herméticos, principalmente.
Ocultismo é um saco, pelo menos se você for estudar seriamente. Você pode perder a vida se tiver um projeto ambicioso como se aproximar de Deus.
Você também pode pular algumas etapas no que te falei. Sobre a parte do pensamento grego, saiba que boa parte é "dispensável". Dito isso, recomento que entenda um pouco sobre o funcionamento do Cosmos de Ptolomeu. Entenda também alguns dos símbolos planetários, porque seu entendimento irá lhe ajudar no futuro.
Pra me namorar tambéme tem que gostar dos animes:
Akame ga Kill! Akarui Sekai Keikaku Ana Satsujin Asu no Yoichi! Azumanga Daioh Balance Policy Black Cat BlazBlue: Remix Heart Chichi ga Loli na Mono de Choujigen Game Neptune: The Animation - Dengeki Comic Anthology Come Come Vanilla! Criminale! Dog Style Domina no Do! Eden no Ori Yu-gi-oh
Sobre assistir Yu-gi-oh; quando eu era adolescente, gostava (na época que passou na TV Globinho e era moda), mas hoje em dia não gosto mais; então não assistiria de novo.
Quanto às minhas lembranças marcantes de Yu-gi-oh:
Em 2003, Yu-gi-oh era moda e todo mundo na escola da quinta e da sexta série jogava com cartinhas piratas, já o pessoal da sétima e da oitava não se interessava. A propósito, em 2003 tiveram duas grandes modas de brinquedos baseados em animes, cartinhas de Yu-gi-oh e Beyblade. Outro brinquedo que todo mundo da quinta e da sexta série levava pra escola em 2003 depois que passou a moda de Yu-gi-oh e começou a moda da Beyblade era a Beyblade.
Outra lembrança marcante que tenho de Yu-gi-oh é que em 2003 na escola o pessoal criava suas próprias cartinhas, fazendo desenhos e estatísticas.
Fujimura-kun Mates Gantz Gou-Dere Bishoujo Nagihara Sora♥ Higurashi no Naku Koro ni Kai: Matsuribayashi-hen Hitsugi no Chaika Ichigo 100% Ichinensei ni Nacchattara In Bura!: Bishoujo Kyuuketsuki no Hazukashii Himitsu Jigokuren: Love in the Hell Jinzou Shoujo JoJo no Kimyou na Bouken Part 4: Diamond wa Kudakenai JoJo no Kimyou na Bouken Part 5: Ougon no Kaze JoJo no Kimyou na Bouken Part 6: Stone Ocean JoJo no Kimyou na Bouken Part 7: Steel Ball Run Kaibutsu Oujo Lucky☆Star Mahou no Iroha! Mahou Tsukai Kurohime Monster Hunter Orage Mujaki no Rakuen Needless Zero Nyotai-ka Onihime VS Oretama Perowan!: Hayakushinasai! Goshujinsama♪ Re:Marina Rosario to Vampire Saitama Chainsaw Shoujo Sankarea School Rumble Shingetsutan Tsukihime Shocking Pink! Shurabara! Sora no Otoshimono Sora no Otoshimono Pico Akame ga Kill! Ana Satsujin Asu no Yoichi! Azumanga Daioh Balance Policy Black Cat BlazBlue: Remix Heart Chichi ga Loli na Mono de Choujigen Game Neptune: The Animation - Dengeki Comic Anthology Come Come Vanilla! Dorohedoro Nekopara Pet Toaru Kagaku no Railgun Magia Record: Mahou Shoujo Madoka☆Magica Gaiden Rikei ga Koi ni Ochita no de Shoumei shitemita.Rikei ga Koi ni Ochita no de Shoumei shitemita. Isekai Quartet 2Isekai Quartet 2 Ishuzoku Reviewers Somali to Mori no Kamisama Eizouken ni wa Te wo Dasu na!Eizouken ni wa Te wo Dasu na! Itai no wa Iya nano de Bougyoryoku ni Kyokufuri Shitai to Omoimasu.Itai no wa Iya nano de Bougyoryoku ni Kyokufuri Shitai to Omoimasu. Jibaku Shounen Hanako-kun Haikyuu!!: To the TopHaikyuu!!: To the Top Darwin's GameDarwin's Game Kyokou SuiriKyokou Suiri Plunderer
PRE REQUISITO: GOSTAR DE FILMES DE FAROESTE.
IMPORTANTE: Se você gosta de filmes de super heroi, pare de ler e va se foder.
Se você é assim, fique longe de mim.
NÃO QUERO AS MULHERES QUE: As que falam palavrões As que fumam As que usam drogas As que postam foto com bebida Que bebem (menos 🍷, isso é coisa de dama) As que vão para balada, festa, rave etc As que postam fotos com short curto, decote ou sensuais
Há uma coisa que eu quero que você entenda sobre nós os homens.
Quando você colocar uma foto sua nua no facebook, fazendo uma pose gostosa, mostrando os seios ou como vemos em várias fotos mostrando o bumbum ou deitada sedutoramente em sua cama, a única coisa que você faz é que as pessoas tenham desejo sexual por você, claro em A maioria dos casos por parte de homens.
Eu sei que você vai ficar tão emocionada com os 500 likes, 120 comentários e as inúmeras mensagens privadas! Você vai querer postar cada vez mais fotos para se sentir cada vez mais no topo.
Mas há algo importante que você precisa saber:
Na verdade nenhum desses caras que gostam, comentam ou enviam mensagens privadas te ama. Tudo o que eles querem é usá-la e depois atirá-la para o lixo, para ser honesto nenhum deles a levaria para sua casa para ser sua esposa, acredite em mim, você para eles não é mais que uma menina de programa em busca de popularidade barata No Facebook.
Os homens ricos os que tem o que você procura "dinheiro" ou os pobres admiram as mulheres que se vestem com decência e se respeitam. Uma vestimenta decente que não revela muito o seu corpo, leva-os a amar e a respeitar-te, isto a simples vista nos diz que és uma mulher virtuosa, alguém a quem se pode levar para casa para ser esposa e mãe.
Isto em muitos casos diz-lhes que você foi criada com princípios morais e lhes dá detalhes do seu bom histórico familiar.
Eles não se preocupam muito com a maquiagem excessiva, uma mulher digna de propor casamento sempre se distingue do monte, não importa como.
Valoriza seu corpo, lembre-se que para encontrar diamantes é preciso cavar, respeita, e um verdadeiro homem vai te respeitar de um modo ou de outro.
Mas você terá muito respeito: Mulher, não mostre seu corpo no facebook, você não sabe que tipo de pessoas, venha suas coisas, você é uma mulher bela, não precisa de fotos, nem mostrar tanto, você pode conquistar com sua simpatia, com seu educacióncon seu sonrrisa,
As que já ficaram com amigos seus, ou que ficam com mais de 3 em um único ano As que não trabalham ou estudam (ou que estão em um curso irrelevante de humanas) As que não sabem o básico de uma casa, como lavar, passar roupa, cozinhar, trocar fralda, etc As interesseiras As que estão pedindo presentes sempre As que já estão comprometidas As não gostam de crianças ou dizem que não querem ter filhos (pessoas que não querem ter filhos não são confiáveis) As que tem piercing de bufalo
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2020.01.09 15:09 exsoldierakechi Algumas dicas que podem ajudar a conseguir ou manter um emprego.

Aviso post longo! Edit: Obrigado pelos silver ninja!
Colegas do reddit, tinha feito esse post na bolha mas como alguns comentaram pedindo pra trazer pra cá no tópico que fiz sobre a recepção deles lá ( https://www.reddit.com/brasilivre/comments/em3aas/a_bolha_%C3%A9_foda_mesmo_achei_que_era_exagero_mas/ ) Resolvi refazer o post aqui.
Talvez eu troque algumas palavras pois apaguei o post lá de desgosto, mas a idéia é postar aqui e talvez ajudar um ou outro que esteja precisando, as vezes dá uma força extra, vou adicionar alguns pontos que não adicionei antes que podem ajudar.
Lembrando que não sou do RH, trabalho direto na produção e faço a seleção de novos funcionários ou passo direto pra direção quando precisa ter alguma demissão, meu cargo é o intermediário entre um gerente e um diretor, a empresa tem cerca de 100 funcionários e não é nenhuma multinacional. Também acompanho contratações de pessoal pro administrativo ou dou sugestões e afins, então acompanho alguns casos. Boa parte das empresas que não são gigantes não tem um "RH" pra fazer contratações, afinal quem sabe a necessidade real da produção e o perfil necessário é quem tá todo dia no chão de fábrica.
Também vou comentar alguns empregos que você pode conseguir com pouco/nenhum investimento que podem dar retorno e tem uma demanda alta no mercado.
Alguns desses pontos pra você pode parecer discriminação, ou reclamação gratuita, mas eu não vim dizer que tá certo ou errado, só como é pela experiência nesse e em outros trabalhos.Bora lá!
Procurando emprego:
-Se você se formou depois dos 17 anos no ensino médio, é jovem e está procurando emprego, saiba que algumas portas já se fecharam pois isso pode ser mal visto por alguns patrões como preguiça ou falta de interesse, lembra quando os pais mandavam estudar? pois é. Então se você é jovem ou adolescente, corre atrás e vá estudar! Meu patrão mesmo já diz "se não quis nem estudar, quanto mais trabalhar pra valer".
-Acorde cedo. Se esforce e mantenha apresentável, vá em empresas e lugares que ninguém foi, mesmo que um pouco mais afastado. descubra onde é o polo industrial mais próximo da sua casa/cidade, vá até lá e veja quais são as opções. As vezes você pode dar sorte. Já tivemos muitos jovens que nem olhamos o curriculo com remela na cara as 11 da manhã e todo desleixado de chinelo entregando curriculo. Sei que tá dificil e desmotiva alguns, mas não desmotivar é o que te torna diferente e faz ser visivel a diferença só de olhar pra você.
-Tenha boas referências. Considerando a era que estamos é quase certeza que seu facebook vai ser visto. Nenhum empresa quer um funcionário que posta conteúdo racista e agressivo, um detalhe particular que minha empresa se encaixa é que ela corta automaticamente quem posta que bebe demais domingo a noite. Pois já tivemos vários problemas com funcionários faltando segunda feira por estar "com dor de cabeça".
-Empregos com insalubridade. Algumas pessoas podem ter receios mas boa parte deles tem uma demanda alta por novos funcionários e seguindo todas normas de segurança, você não vai ter risco algum ou quase nulo. Além do adicional que pode variar de 10 a 40%. Vale lembrar que isso não se aplica a todas as vagas.
-Saiba com quem falar. Observe a empresa, quando for entregar um currículo abra o site dela no celular, da pra ter noção do tamanho só de ver as fotos ou se a mesma nem tiver um site. Se for uma empresa pequena, tente falar diretamente com alguém responsável, seja simpático mas não force a barra, pois as pessoas costumam estar ocupadas, mas com sorte elas tem ali 1~2 minutos pra falar com você. Não esqueça de agradecer pela pessoa pegar o currículo ao menos olhando ela nos olhos e não aquele "bigado" já saindo andando.Isso é muito mais fácil em coisas do tipo mecânica, eletricista, borracharias e outros comércios com trabalho mais puxado, pois costumam ter poucos funcionários e geralmente é só o dono e mais um ou dois.
-Olhe o crachá das pessoas. Caso entregue um currículo ou qualquer coisa do tipo pra uma recepcionista, porteiro ou afins, olhe o crachá da pessoa se possível e diga "bom dia, fulano", "obrigado fulano" e "conto com você fulano" quando se despedir. Isso cria um vínculo mesmo que leve e a pessoa vai se lembrar melhor. Além do psicológico do "conto com você" dar uma motivação extra involuntária. Tratar as pessoas como pessoas e não como uniformes ajuda bastante.
-Pegue empregos indesejáveis. As vezes você se formou em algo como ciência da computação mas só tem emprego vago no McDonalds? Paciência, emprego é emprego, e as contas não perguntam de onde vem o dinheiro mas tem que ser pagas de qualquer forma. Não é humilhação servir os outros, e é algo que até mesmo diretores de empresa tem que fazer as vezes.
-Está dificil, mas não impossível. Você procurou em todos lugares? tem disponibilidade pra ir pra longe? foi em LITERALMENTE todos os lugares possíveis? Ficou de olho naquele Subway ou Burguer King que acabou de inaugurar? viu algum canteiro de obras mais informal ou alguém construindo uma casa num bairro afastado? Vale a pena dar uma conferida, o que você tem a perder?
-Seja oportunista da forma certa. Pode parecer pesado mas infelizmente se alguém sai, outro precisa entrar. Se alguém perder o emprego existe uma boa chance de a vaga dessa pessoa estar disponível. As vezes não era o perfil dela, ou ela arranjou algo melhor. Vale a pena falar com a pessoa se tiver a abertura pra isso.,meu cunhado arranjou um trabalho de garçom após ir na despedida de um amigo que foi morar no exterior dessa forma.
Dicas pro currículo:
-Adicione o campo de estado civil e idade. As vezes uma empresa pode querer um perfil de funcionário específico. Minha empresa contratou um jovem essa semana pois precisavamos de pessoas dispostas a aprender um trabalho do zero que não da pra aprender em cursos por aí. Então não podiamos pegar ninguém mais velho pra não trazer vícios de outros empregos. Por outro lado, pra uma função de maior confiança, a contratação foi de um pai de família pois por ele ter dependentes, ele arriscaria menos tomar decisões que pudessem causar uma demissão. Se está certo ou errado eu não sei, mas eu sei que na hora de desempatar são coisas que contam.
-Se você não tem vícios, escreva "Sem Vícios". Mas não faça isso se você bebe/fuma/usa drogas, pois quando descoberto pode causar vários problemas. Algumas empresas que trabalhei tem isso como um diferencial na hora de desempatar. Minha empresa por exemplo trabalha com produtos inflamáveis então se você fuma, seu "intervalo" pra isso acaba sendo maior por precisar sair das dependências dela pra isso por exemplo.
-Não encha linguiça. Aqueles campos que o povo adiciona objetivos, seja direto e claro. Não fique com textinho "Garanto desempenhar minhas funções com dedicação e bla bla bla" Porquê não adiciona em nada e 90% dos casos sabemos que você nem lê aquilo, quanto mais nós.
-Saiba destacar seus pontos fortes. Se você tem horários flexível, consegue trabalhar sob pressão, pontualidade e afins, adicione em um campo com seus talentos. Não force a barra pra não parecer exagerado, apenas 2 ou 3 pontos que você enxerga em você. Um dos maiores diferenciais em alguns empregos em empresas um pouco maiores que pode colocar é "facilidade em observar soluções pra problemas comuns" caso você de fato consiga fazer isso (e não seja pau no cu com isso caso contratado, saiba falar).
-Muitos empregos curtos em sequência sem crescimento mancham seu currículo. Como vão contratar alguém que ficou 6 meses em cada lugar, 4 lugares diferentes seguidos, em empregos "de entrada/mínimos"? Se você não conseguiu manter um emprego além do período necessário pra coleta de benefícios do governo, em alguns lugares isso pode afetar. Me lembro de ver um currículo uma vez e dizer "caraca, esse cara tem muito experiência" e o dono só comentar "ele tem é pouca estabilidade... olha a data de entrada e saída de cada lugar que trabalhou e o tempo de intervalo entre eles." Cada caso é um caso mas isso pode influenciar.
-Se você está disposto a trabalhar fora da sua área, marque isso no currículo. E omita algumas qualificações que não adicionam muito, dito isso;
-Tenha 2 currículos diferentes. Um pra sua área de formação/pretenção e um pra uso geral. No de uso geral você não vai adicionar "domínio de javascript" por exemplo pois um chefe de padaria não vai nem saber que porra é essa e vai achar que você é um universitário super caro e não alguém desesperado. Saiba quando e onde entregar cada currículo.
-Sempre tenha um currículo quando possível. Nunca se sabe quando você vai dar um rolê no shopping com alguém e vai ver um "procura-se". Não é vergonha aproveitar uma chance, e se estiver com um namorado(a)/marido/esposa/etc , ela deveria dar total apoio pra você aproveitar uma parada rápida. Está com mochila/bolsa? Curriculo dentro.
-Se você tem filhos, adicione "Casado, com filhos". Isso aumenta em alguns casos a questão da confiança de você querer manter o emprego, e em um eventual corte (como já ocorreu em um emprego anterior) o patrão falou "já que vamos cortar, corta quem não tem filhos antes..." Já me disseram que isso é ilegal mas independente disso, PODE acontecer.
-Mantenha o currículo em bom estado, sem amassados, com escrita decente, fonte clara (Arial ou Verdana) e sem firulas demais.
-Se inscreva em agências regionais e sites,mas não se prenda a eles.
-Quanto mais tempo você fica parado, mais dificil é arrumar trabalho, tenha isso em mente e não desista, não é impossível.
Dicas pra entrevista
-Não se atrase. E não adianta reclamar que o entrevistador atrasou ou como isso é injusto. Ele também tá errado mas ele já ta com o dele garantido. E você nunca sabe o motivo pelo atraso. Eu mesmo já atrasei uma entrevista em 40 minutos pra resolver um problema urgente de um cliente que trouxe uma economia de 300 mil pra ele. Você vale 300 mil pra empresa? O candidato perdeu a vaga por surtar com o atraso.
-Se vista adequadamente, fale adequadamente, seja simpático e sincero. Não force ou seja falso só seja você mesmo. Uma dica é falar como se estivesse falando com um professor que está corrigindo sua prova. Ele não tem motivos pra ter raiva de você mas ele espera seu melhor pois ele quer você ali, se tudo começar a sair uma merda, ele não vai ter interesse.
-Não dê respostas prontas pra perguntas prontas, não tente aumentar histórias, ser inconveniente ou enrolar o cara. pra cada entrevista que você vai o entrevistador faz 10x mais e vai te bater por simples experiência. Não diga que sabe algo que não sabe.
-As vezes ele não vai com sua cara, e não vai te contratar, as vezes por bons ou maus motivos. Mantenha a porta aberta e seja educado ainda assim, e "te ligamos" não é um não disfarçado sempre. As vezes a pessoa tem mais de uma boa opção e precisa analisar as opções.
-Se prepare. pesquise a empresa, o site, leia relatos em sites como Glassdoor e LinkedIn, saiba sobre o lugar que vai trabalhar. Você vai passar ao menos 1/3 do seu dia lá dentro.
Dicas após contratado:
-Não se atrase, não falte, não enrole, faça seu trabalho. Não tente ser esperto, não vacila!
-Não é porque existe "atestado médico" que a direção é troxa e não sabe que você está abusando. Use com bom senso pra não ficar queimado.
-As vezes você vai fazer coisas que não são da sua área. Isso faz parte e muitas vezes não é ideal, mas 5 minutos a mais no fim do dia quando você vê seu chefe carregando algum material urgente ou precisando imprimir alguma coisa e levar em outro setor urgente não vão te custar nada e dão destaque. Só não pode ser algo diário, mas em exceções é o que faz a diferença.
-Aprenda sobre o trabalho dos outros. Se você tem flexibilidade pra andar por outros setores, falar com funcionários (falar, não enrolar), observe o trabalho, pergunte como faz, se mostre interessado. Ajude o setor que empacota a fechar caixas, passa durex, da uma força. São esses funcionários que fazem a diferença. Vale lembrar que isso não se aplica a todas vagas ou lugares. Na empresa onde trabalho a moça que entrou com salário de 700 reais como recepcionista 15 anos atrás hoje é a administradora geral que cuida de todo escritório, RH e financeiro, e tem salário de mais de 6000 só com uma graduação de adm, e um dos pontos que ela sempre comentou foi "no final do dia eu anotava tudo que fiz no dia em um caderno e tudo que ia ter pendente no dia seguinte, assim eu sempre sabia o que precisava e um dia tinha uma informação crítica aqui que passou despercebido por uma das vendedoras. Fui promovida na hora".
-Nunca dê 100% de si, dê 90%. Assim quando a empresa passar por uma correria, ou aperto, você pode dar 100% sem se desgastar e pode fazer a diferença.
-Aproveite as oportunidades de horas extras quando puder. Além do dinheiro extra, você se mostra alguém comprometido.
-Não fique pendurado no celular, enrolando no banheiro, ou fazendo coisas que claramente você perde tempo. Ninguém é burro de não perceber a longo prazo. Caso tenha necessidade disso por emergência ou dor de barriga, discretamente comente com um superior ou alguém responsável como "nossa, comi alguma coisa que pesou, seloco" ou algo do tipo. Ou se está esperando o contato de alguém importante.
-Siga as regras. Não roube materiais da empresa pois você vai se queimar nela e em várias oportunidades futuras. Não assedie os/as colegas de trabalho, não importa o quão bonito/a ele/a seja. Mantenha o profissionalismo (E se a empresa autoriza relacionamento entre funcionários E for reciproco, mantenha fora do local de trabalho).Não grite por mais que seu chefe grite ou aja igual babaca, mantenha o nível, saiba respeitar e exija respeito.
Dicas de bons empregos pra se procurar:
-Professor de Inglês : boa parte do reddit ao menos tem um inglês razoável. Se você consegue falar bem e explicar a um nível aceitável, Escolas de inglês SEMPRE estão procurando professores. E eles vão te treinar totalmente sobre como fazer isso. Escolas mais fuleiras (como a DataByte ou Microlins) costumam pagar entre 10 e 15 reais a hora, e em minha entrevista ele estava tão desesperado que não tinha ninguém pra fazer a entrevista em inglês e só pediu pra ler 2 paginas de um livro e já era. Em escolas intermediárias (PBF, CNA, etc) o salário pode ser de 12~18 reais por hora (alguns sendo registrado por dias, como empregos convencionais) e a entrevista geralmente é um teste escrito e uma curta conversa. Em escolas de mais nome (Cultura Inglesa, Wizard-onde trabalhei-) O salário inicial é na faixa de 18~19 reais a hora, após 6 meses se dedicando é normal te darem turmas pra cargas de até 100~120 horas mensais caso você tenha interesse. Isso sem experiência anterior, sem certificado ou requisitos absurdos, só saber falar e explicar, e eles ainda te dão curso/treinamento completo caso precise sobre postura em sala, liderança e afins. Quando saí de lá após 4 anos já tinha salário de 26 reais a hora, MUITOS contatos com ex alunos, colegas e pessoas legais e ajudou muito no crescimento profissional. Nada mal pra um emprego que não exigiu experiência, todo semestre tinha 2~3 contratações e um ambiente extremamente aconchegante e animado de trabalho(porém puxado). Muitos colegas tiveram seu primeiro emprego lá e acabaram pegando amor pelo trabalho e hoje são excelentes professores. Faça um simulado de TOEIC online e se você acertou 60~70%, muito provavelmente você já tem o nível necessário pra dar aula, ao menos da língua. Além de desenvolver MUITO meu vocabulário com detalhes novos, eu e outros professores não tinhamos problema algum em tirar duvidas bobas ou formas de explicar pra colegas menos experientes.
-Lanchonetes de fast food: Não preciso nem dizer pois é o emprego de entrada, quase sempre tem vagas, mas é um trabalho miserável, porém da pra pagar as contas.
-Aux de Enfermagem: Involve um custo inicial pra estudar, mas tem muita oferta de trabalho em UPAS (eles terceirizam alguns funcionários pela rotatividade alta), é um trabalho DOENTE de puxado mas rende um salário bom geralmente em escala 12/36. Além de te dar experiência invejavel pra area da saúde. Vale a pena se você não sabe o que quer da vida e tem vontade de entrar nessa área.
Técnico em Química: Isso depende muito da região mas minha empressa é dessa área, e sofremos MUITO, MUITO MESMO com a falta tanto de profissionais qualificados quanto de gente começando na área. Já tivemos funcionarios com seus 19 anos, que oferecemos pra PAGAR os estudos pra ele subir de cargo da expedição pro laboratório e ele não quis por "ser complicado", não é um curso fácil mas não é um bixo de sete cabeças. A técnica mais antiga aqui tem salário de 5000 reais e não tem faculdade. Inclusive vale analisar que alguns cargos da area simplesmente não tem um curso preparatório e precisam ser aprendidos em campo e com o tempo, então tudo nessa area tem uma boa perspectiva de carreira.
Empregos "Trades": Encanador, Eletricista, Mecânico e afins de qualidade sempre estão em falta. E muitos deles estão abertos a ter um "aprendiz", se você as vezes tem seus 15~16 anos, e conhece algum daqueles pequenos de bairro, ofereça pra ficar 2~3 horas depois da aula alguns dias só pra aprender como é, são empregos que pagam bem e tem falta de bons profissionais. Além de abrir uma porta pro futuro.
Bom é isso ai, espero que seja útil pra alguns de vocês, qualquer duvida posso tentar responder aqui e desejo boa sorte na caçada de 2020!
submitted by exsoldierakechi to brasilivre [link] [comments]


2017.11.29 20:20 tombombadil_uk Today I fucked up: a estranha sensação de reencontrar um amor do passado 12 anos depois / Parte 3

Galera, finalmente postando a última parte da saga. Depois de pensar para caralho, resolvi falar com ela pelo Facebook e marcamos de nos encontrar num café pertinho da praça onde nos esbarramos. Para quem não conhece a história desde o começo:
Parte 1 - TL/DR: sou casado, reencontrei uma garota por quem eu era apaixonado há 12 anos e só nesse reencontro eu percebi como eu fui um imbecil com ela. Em resumo, nós éramos grandes amigos, eu fiquei com medo de me declarar, meti o pé do curso de inglês que fazíamos sem dar nenhuma explicação e desapareci completamente da vida dela.
Parte 2 - TL/DR: comecei a me perguntar se aquela garota que eu reencontrei realmente era ela, já que ela parecia tão mais velha. Depois de dezenas de tentativas, achei ela no Facebook e sim, realmente era ela. Descobri que um amigo meu já tinha saído com uma prima dela há muito tempo e soube que ela teve uma vida bem escrota, foi abandonada por um marido meio babaca e agora basicamente vivia só pelo filho na casa dos pais.
Parte 3 - Taí. Nos reencontramos. Foi uma experiência que eu não sei classificar. Foi feliz, foi triste. Foi amargo, foi doce. Foi impressionante. A gente chorou um pouco junto. Escrevi um pouco ontem à noite e terminei hoje de manhã.
Só queria agradecer a todos os conselhos e dicas que recebi aqui. Reencontrar alguém do passado é uma coisa que mexe muito com a gente, faz com que nosso coração se sinta naquela época novamente. Essas quase três semanas foram muito estranhas. Foi quase uma viagem no tempo por coisas que eu achava já ter esquecido completamente. Infelizmente não posso dividir muito disso com amigos próximos, então fica aqui o desabafo.
Esse último ficou mais longo do que eu esperava. Honestamente, a gente conversou tanto que acho que resumi até demais. Como da primeira vez, fiz em formato de conto. Novamente, obrigado a todo mundo que deu um help nessa história, que finalmente se fechou.
Era um café bonito. Novo da região, era um daqueles negócios em que você vê o coração de um sonho do dono. As mesas rústicas de madeira, as lâmpadas suspensas que desciam do teto em fios de prata, como teias de aranha tecidas por vagalumes. O quadro negro cuidadosamente preenchido com os preços e até desenhos estilizados de alguns pratos. No fundo, um jazz instrumental marcava presença de forma tênue. Também era um daqueles negócios que você sabe que não vai durar muito. Que você bate o olho e pensa: “com essa crise, é melhor eu dar um pulo lá antes que feche”.
Eu presto atenção a cada detalhe ao meu redor. À roupa preta das atendentes, ao supermercado do outro lado da rua que vejo pela vitrine. Aos clientes que entram e saem de uma loja das Casas Pedro. Eu não quero esquecer de absolutamente nada. Era um ritual meu que fiz pela primeira vez aos 14 anos. Sempre tive boa memória, mas naquela época eu me esforcei para colocá-la inteiramente em ação. Era um verão e eu estava prestes a reencontrar uma prima que, anos atrás, fora minha primeira paixão. Ela nos visitava de anos em anos e, três anos após trocarmos beijos juvenis debaixo do cobertor, ela havia acabado de chegar à casa dos meus avós, onde se hospedaria.
Naquela noite, eu não consegui dormir. Por volta das 4h da manhã, peguei meu cachorro e caminhei 15 minutos em meio à madrugada até a casa da minha avó. Não, não fui fazer nenhuma surpresa matinal ou pular a janela em segredo. Eu apenas fiquei do outro lado da rua e observei tudo ao meu redor. “Eu vou lembrar desse reencontro para o resto da minha vida”, pensei, do alto dos meus 14 anos. “Eu quero lembrar de cada detalhe”.
E até hoje eu lembro. Da rua cujo chão estava sendo asfaltado, mas onde metade da pista ainda exibia os bons e velhos paralelepípedos. Das plantas da minha avó balançando ao vento, o som singelo dos sinos que ela mantinha na varanda e davam àquilo tudo um clima quase de sonho. Do meu cachorro, fiel companheiro que viria a morrer dois anos depois, sentado ao meu lado com metade da língua para fora. Do frescor da madrugada que precedia o calor inclemente das manhãs do verão carioca.
Mas não é dessa memória - e nem dessa paixão - que eu falo no momento. Eu falo dela. Dela, que eu reencontrei depois de tanto tempo. Que eu julgava já ter esquecido. Que, apenas mais de dez anos depois, eu percebi que tinha sido um babaca ao desaparecer sem qualquer despedida. Mesmo que ela jamais tivesse segundas intenções comigo, mesmo que fosse apenas uma boa amiga, eu havia errado. E aquela era o dia de colocar aquilo, e talvez mais, a limpo.
Foram três semanas de tortura comigo mesmo. Desde que achara seu perfil no Facebook e ouvira de um amigo em comum notícias de uma vida triste, seu rosto não me saía da cabeça. Ao menos uma vez por dia, eu pagava uma visita ao seu perfil e mirava aqueles olhos. As fotos, quase todas ao lado da mãe e do filho pequeno, tinham um sorriso fugaz encimado por olhos dúbios, tristes. Eles lembravam-me de mim mesmo. “Você tem um olhar de filhote de cachorro triste, por isso consegue tudo que quer”. “Você parece feliz, mas sempre que para de falar por um tempo, parece ter uns olhos tão tristes”. “Essa cara de pobre-coitado-menino-sofredor é foda de resistir, dá vontade de levar para casa e dar um banho”. Eu já havia perdido a conta de quantas vezes ouvira aquilo das minhas ex-namoradas e ficantes da faculdade. Os dela não eram muito diferentes. Quando ela finalmente apareceu, com sete minutos de atraso, eu pude perceber.
Meu coração parou por uma fração de segundo e depois disparou, como se os sineiros de todas as catedrais que haviam dentro de mim tivessem enlouquecido. Era engraçado como algumas pessoas passavam vidas inteiras sem mudar o jeito de se vestir. Ela ainda parecia com aqueles sábados em que nós nos encontrávamos no curso de inglês: os tênis All-Star, a calça jeans clara, uma camiseta simples - de alcinha, branca e com corações negros estampados - e o cabelo com rigorosamente o mesmo corte. “Talvez por isso que foi tão fácil reconhecê-la, mesmo depois de todo esse tempo”, pensei. Ou talvez eu reconhecesse aquele rosto e aqueles olhos - antes tão vivos e alegres - em qualquer lugar. Eu jamais saberia.
Como qualquer par de amigos que não se vê há milênios, falamos de amenidades no começo. Casei, separei. Sou funcionária pública, ela dizia. O relato do meu amigo, eu descobria agora, não estava perfeitamente certo. Ela não havia se demitido do trabalho, apenas se licenciado por algum tempo. “Fui diagnosticada com depressão”, ela admite, sem muitas delongas ou o constrangimento que tanta gente tem sobre o tema. “Meu casamento estava indo muito mal e eu desabei. Mas agora tá tudo bem”. Não estava, não era necessário ser um especialista para notar aquela tristeza escondida no canto do olhar.
Falei da minha vida para ela também. Contei que a minha ex-namorada que ela conheceu não deu certo e que, naquela época de fim da adolescência e início da vida adulta, eu tinha muita vergonha de falar sobre o que eu passava. Ela praticava gaslighting comigo, tinha crises de ciúme incontroláveis, me fazia sentir um crápula por coisas que eu sequer havia feito. “Você parecia tão feliz com ela”. “Eu finjo bem”, admiti. “E eu tinha vergonha de mostrar para os outros o que passava. Homem dizendo que a mulher é abusiva? Eu não queria que ninguém soubesse”.
Após quase meia hora de amenidades, eu exponho o elefante na sala de estar. Na verdade, quem começa é ela. Quando a adicionei no Facebook, falei que tinha esbarrado com ela na rua e que ficara com vergonha de cumprimentá-la na hora. Mas que queria muito revê-la depois de tanto tempo, tomar um café, falar sobre a vida. “Por que você sumiu?”, ela pergunta, no meio de um daqueles silêncios que duram mais do que deveriam. Eu tremi por dentro, mas não havia como continuar escondendo.
No começo, falei o básico. Que era de família humilde, como ela bem lembrava, e que o parente que pagava meu curso havia descoberto um câncer. Poucos meses depois, eu perdi meu emprego. Tudo isso num intervalo curto, de três ou quatro meses e perto da virada do ano. “Me ligaram do curso e ofereceram um desconto. Eu era pobre, mas sempre fui orgulhoso. Naquela época, era mais ainda. Burrice minha. Se bobear, eles iam acabar me oferecendo uma bolsa”. “Eles iam”, ela responde. “O Francisco - dono do curso - era maluco por você. Você era um ótimo aluno”. Ela dá um gole no mate que pediu. Meu café esfria ao meu lado. “Mas por quê você não falou nada comigo?”, ela continua.
Eu sabia que estava num daqueles momentos em que poderia mudar radicalmente o dia. Porque eu poderia ter mentido. “Eu não falei porque fiquei com vergonha de ter perdido o emprego”. “Eu não falei porque eu estava muito triste: parente próximo com câncer, desempregado, meu relacionamento com uma pessoa abusiva”. Eram mentiras com um pouco de verdade, mas não revelavam o grande problema. Naquele fim de tarde, eu escolhi não mentir. Nem me esconder. E eu já tinha ensaiado essas palavras dezenas de vezes nas últimas semanas.
“Olha, eu não sei se dava para reparar na época ou não. Não sei era muito óbvio, sinceramente. Mas eu era completamente apaixonado por você naquele tempo. Eu passava a semana inteira pensando no dia em que a gente ia se encontrar, trocar uma ideia no curso, caminhar junto até a sua casa. E eu tinha uma vergonha absurda disso. Eu tinha namorada, você tinha namorado e estava para se casar. Então eu achava errado expor aquilo, ser claro. E eu achava que você não gostava de mim. Eu tinha auto-estima muito baixa e esse relacionamento com essa ex-namorada abusiva só piorou as coisas. Eu me sentia um lixo, então achava que você não ia ligar se eu sumisse. Que ninguém ia ligar se eu sumisse. E foi o que eu fiz. Mas, se você quer uma versão curta da resposta, é essa: eu era completamente apaixonado por você naquela época e quis sumir, sair correndo”.
Enquanto eu falava aquilo tudo, a boca dela se abriu em alguns momentos. Às vezes parecia surpresa, às vezes parecia que ela tentaria falar alguma coisa que se perdia no caminho. Eu fazia esforço para olhá-la nos olhos, mas era difícil. Mesmo depois de todos esses anos. Tentei dar a entender com o tom de cada palavra que aquilo era uma coisa do passado, que não me incomodava mais, que agora eu queria apenas revê-la e saber como andava a vida.
O desabafo foi seguido de um silêncio que tornava-se mais pesado a cada segundo. Havia alguma coisa fervendo dentro dela, dava para ver. Foi aí que os olhos dela brilharam mais do deveriam, lacrimejando. Quando vejo aquilo, sinto que o mesmo vai acontecer comigo, mas me seguro. Ela vira o rosto e olha para além da vitrine, onde um ponto de ônibus está lotado com os clientes do supermercado e estudantes recém-saídos de suas escolas, o trânsito lento e infernal. A acústica é tão boa no bar que o caos de fim de tarde do outro lado do vidro parece uma televisão ligada no mudo. Quando ela me olha de volta, vejo que ela não faz qualquer esforço para esconder os olhos marejados.
“E você nunca me contou nada? Nem pensou em me contar?”.
Eu não sei quantos de vocês já ficaram sem notícias de um parente ou de alguém que você ama por muitos anos. Aconteceu comigo uma vez, com uma tia que desapareceu por quase 10 anos no exterior e reapareceu após ser mantida em cárcere privado por um namorado obsessivo. A sensação é estranha. É como descobrir que um livro que você tinha dado como encerrado tinha uma continuação secreta. As memórias de hoje se misturavam com as de 12 anos atrás, da última vez que li esse livro. Ela começou a contar tudo.
Ela, como eu já disse antes, era o meu ideal de felicidade. Casara cedo, tivera filho cedo, empregara-se no serviço público cedo. Era tudo com o que eu sonhava. Eu sempre quis constituir uma família, ter uma vida simples, ter um filho cedo para poder aproveitá-lo ao máximo. Mas a falta de dinheiro e a busca por uma parceira ideal sempre ficaram no caminho, assim como a carreira. O problema é que ela tinha uma vida muito diferente do que eu imaginava, muito mais parecida com a minha à época.
Acho que já deixei claro o quanto eu era apaixonado por ela no passado. Ela não era bonita nem feia, tinha o tipo de rosto que se perde na multidão sem ser notado. Filha de pai negro e mãe branca, era morena e tinha o cabelo liso levemente ondulado, quase até a cintura. Quando éramos adolescentes, ninguém a elegeria a mais bela da turma, mas dificilmente negariam que tinha seu charme. Eu a achava linda.
Mas ela, como eu, era o tipo de pessoa que tinha a auto-estima no fundo do poço. Como eu, também cresceu em um lar bem humilde. Também colecionou desilusões amorosas. E, como todo mundo já sabe, isso te transforma em um alvo perfeito para relacionamentos abusivos. O namorado dela, assim como a minha namorada à época, era muito bonito e manipulador. E ela achava que ele era a única pessoa que gostava dela, o único que lhe daria atenção. E isso fez com que, por anos, ela suportasse tudo que aconteceu entre eles. Traições, brigas, mentiras, chantagens, ameaças de abandono, ciúmes doentios. A história deles dois era tão parecida com a minha história com minha primeira namorada que eu fiquei assustado. Só que, diferente de nós, eles casaram. Eles colocaram um filho no mundo.
Ele só piorou com o nascimento da criança. Ele não era mau com o filho, ela dizia. Era um pai carinhoso, inclusive. Mas o pouco amor e bondade que ele tinha por ela transferiu-se todo para a criança. Vivia para o trabalho, para o filho e para os amigos.
“A gente chegou a ficar sem se falar por meses”.
“Morando na mesma casa e sem se falar?”.
“Sim. Nem bom dia. Nada. Eu me sentia um fantasma”.
Na contramão dele, ela dobrava-se para dentro de si própria. Abandonou a faculdade para cuidar do filho enquanto o marido formou-se com seu apoio fiel. Vivia para o filho e tinha seus problemas conjugais menosprezados pela família. “É coisa de garoto, ele vai melhorar”. “Homem quando acaba de ter filho é sempre assim”. “Vai passar”. Mas não passou, só piorou. As traições recorrentes evoluíram para uma equação desequilibrada de álcool e uma amante fixa no trabalho que ele sequer fazia questão de esconder. Ele anunciou que ia deixá-la, convenceu-a de que era um bom negócio vender o apartamento que eles haviam comprado. Racharam o dinheiro e ele foi viver a vida. Ela voltou a morar com a mãe, agora viúva.
O filho, nitidamente a coisa mais importante daquela mulher, tornou-se a única razão para viver. A pensão que a mãe recebia era baixa, o salário dela também não era bom. A pensão que o marido dava ajudava a manter uma vida extremamente funcional e sem luxos. As roupas eram das lojas mais baratas. Viagens não existiam. O único gasto relativamente alto era com uma escola particular de qualidade para o filho. O resto era sempre no básico.
Contei para ela sobre o meu sonho de casar cedo, de ter uma vida tranquila e estável. Falei que eu admirava muito a vida que ela escolheu no começo, que era a vida que eu queria ter vivido. A grama realmente é mais verde no jardim do vizinho, ao que parece.
“Mas a sua vida parecia tão tranquila, tão perfeita”.
“A minha?”.
“A sua namorada naquela época era uma menina tão bonita, eu lembro dela. Loira, bonita de corpo. Até lembro que ela fazia medicina e ainda era dançarina. Eu achava ela linda, perfeita. E você… você era sempre tão fofinho. Carinhoso e atencioso com todo mundo. Inteligente pra caralho, nem estudava e tinha as notas mais altas em tudo. Todo mundo gostava de você, todo mundo queria ser seu amigo e você nem se esforçava para isso”.
“Eu não lembro disso…”.
“Porque você não se achava bom. Você tinha 16, 17 anos e sentava para conversar de igual para igual sobre cinema e livro com uns professores de 40 e poucos anos. Você parecia fluente conversando com os professores em inglês e espanhol enquanto a gente tentava chegar perto disso. Passou no vestibular de primeira. Você não percebia, mas você era o queridinho de todo mundo. Você não era o garoto malhado bonitão, você era o garoto charmosinho e inteligente que todo mundo gostava. Eu gostava de você também. Gostava mesmo, de verdade. Eu tinha uma paixãozinha por você. Mas eu achava que eu não tinha a menor chance. Eu achava que eu merecia o meu namorado. Que eu era feia, ruim. Que ele estava certo em me falar aquelas coisas”.
“Eu era completamente apaixonado por você”, eu respondo. “Eu pensava em você todo dia”.
Engraçado como as pessoas se veem de maneira tão diferente. Eu me definia de três formas quando a conheci: eu sou gordo, eu sou feio, eu moro num dos bairros mais pobres e violentos da cidade. No dia seguinte, de manhã, eu olharia minhas fotos de 12, 14 anos atrás e me surpreenderia com quem eu via ali. Eu era bonito, só um pouco acima do peso. Com 16 anos, eu já era o barbado da turma antes de barba ser coisa hipster. Na foto do colégio, uma das últimas do terceiro ano, eu parecia tão dono de mim, tão no controle. Eu tinha aquela cara de inteligente e rebelde. Por dentro, eu era completamente diferente. Inseguro, assustado, sem auto-estima alguma e com uma namorada abusiva.
São sete e meia e a noite já começa a cair no horário de verão. Educadamente, uma das atendentes nos indica que a galeria onde o café funciona vai ser fechada em breve. Eu pago a conta e nós ficamos meio perdidos, sem saber o que fazer. Ela ainda tem os olhos inchados, eu também. Os funcionários da loja nos olham de forma surpreendentemente carinhosa, não sei o quanto eles escutaram do desabafo.
Saímos em silêncio do café, ela atendeu a uma ligação da mãe. Minha esposa estava fora do estado e só voltaria dali a alguns dias, então eu estava bem relaxado em relação às horas.
“Não sei se você precisa voltar para a casa por causa do Hugo, mas tem um bar aqui perto que é bem vazio a essa hora. A gente pode sentar pra conversar”, eu digo.
“A gente tem mais coisa para conversar?”. Ela pergunta sorrindo, não vejo nenhum traço de mágoa no seu rosto.
“Claro que tem. Doze anos não se resolvem em duas horas”.
Fomos para um bar pequeno ali perto, um que eu costumava frequentar nos tempos de faculdade. Nos tempos em que eu pensava nela e não me achava capaz de tê-la. Ele pouco havia mudado de 12 anos para cá: a mesma atmosfera que fazia dele aconchegante e levemente depressivo ao mesmo tempo. Era um bar das antigas, com azulejos portugueses azuis e poucos frequentadores. O atendimento era excelente e o preço razoável para a região, mas aquela estética de 40 anos atrás parecia espantar os frequentadores mais jovens. Os poucos que iam lá, no entanto, eram fiéis. Como eu fui no passado.
Nos sentamos no fundo do bar vazio em plena terça-feira e desnudamos nossas vidas um para o outro. “Eu quero saber quem você é”, eu comecei. “A gente falava sobre um monte de coisa, mas eu não sei nada sobre você. Sobre sua família. Sobre sua infância, quem você é. E você não sabe nada sobre mim”. Ela riu. “Você é maluco”. “Não, só quero te conhecer melhor. Compensar por ter sido um babaca há doze anos”.
A conversa foi agridoce. O que mais me assustava era como tínhamos origens semelhantes, desde a família até a criação. Os dois criados no subúrbio do Rio de Janeiro, os dois de famílias humildes que, por conta da pobreza e da necessidade de contar uns com os outros, permaneciam unidas. Primos de terceiro ou quarto grau criados próximos, filhos que casavam e formavam suas famílias nas casas dos pais. Assim como a minha família, a dela investiu tudo que tinha para que ela estudasse em um colégio particular até que eventualmente ela passou para uma escola pública de elite.
Nossas duas famílias tinham essa estranha tradição carioca que mistura catolicismo, umbanda e espiritismo, um sincretismo religioso que eu, como ateu, tenho dificuldade em entender - mesmo tendo crescido nesse meio. Assim como eu, achava-se feia, indesejada na adolescência. Isso fez com que rapidamente trocasse o mundo cor de rosa pelo rock e pelos livros. No meu caso, eu acrescentaria videogames e RPG, mas o resto não mudava muito.
“Na minha escola, tinha muita patricinha, muito playboy. Eu não aguentava eles. E eles sabiam que eu era pobre, então não se misturavam muito comigo”. Contei a minha versão para ela. “Eu gostava de ler, RPG e jogar videogame. Mas eu era muito pobre, fodido mesmo. E isso tudo era coisa de gente com grana na época, né? Então eu acabei ficando amigo dos nerds na época por conta dos gostos comuns. Eu tive sorte, demoraram a perceber que eu era pobre. Eu tenho toda a pinta de gente com grana, essa cara de europeu que engana. Quando perceberam que eu era duro, foi só no segundo grau. Ali eu já era um pouco mais cascudo, tinha bons amigos”. Ela não.
Era tudo tão igual que, em dado momento, eu parei de falar que havia sido igualzinho comigo. Eu esperava ela terminar a parte dela. Falava a minha. E intercalávamos nossas histórias, os dois surpresos com as semelhanças. Provavelmente a grande diferença era a vida dela após ter o filho e abandonar a faculdade. Ela trabalhava em uma repartição pública onde tinha 20 anos a menos do que a segunda funcionária mais nova, se afastou dos amigos. Era estranho conversar com ela. Não usava redes sociais praticamente, apenas para trocar mensagens com parentes distantes e mostrar fotos do filho para eles. Não via séries, não tinha Netflix - só novelas. Não conhecia bandas novas, não era muito de ir ao cinema. Era uma sensação estranha, mas parecia que boa parte da vida dela tinha parado em 2006 ou 2005. Os hábitos dela e poucos hobbies pareciam os de uma pessoa de 50 e poucos anos.
Me doeu imaginar o que poderia ter sido, o que poderíamos ter feito juntos, como poderíamos ter sido bons um para o outro. Pensei na minha esposa, que tem um perfil familiar radicalmente diferente do meu. Ela vem de uma família de classe alta, só com engenheiros e funcionários públicos de elite. O mundo dela era muito diferente do meu, tão diferente que às vezes me assustava. Famílias que não se falavam e que, mesmo endinheiradas, brigavam por herança e cortavam laços de vida por conta de bens que eles não precisavam. Todos católicos ou evangélicos, sem exceção. No máximo um ou outro ateu escondido no armário, como eu.
Essa diferença nos causava estranhezas, pontos de atrito que me surpreendiam. Quando eu elogiava a decoração de uma festa, ela falava do preço e da empresa que a produziu. Ela sentia uma obrigação social em aparecer em eventos familiares ou do círculo social deles, de ser e parecer uma boa esposa. Eu só queria estar onde eu estava afim e quando eu estivesse afim, nunca vi a família como uma obrigação social. Eles discutiam herança entre irmãos com os pais bem vivos, nós nos preocupávamos em fazer companhia à minha mãe quando meu pai morreu. Já era meio subentendido que abriríamos mão de qualquer coisa e deixaríamos tudo para minha mãe, tendo direito ou não.
Havia uma preocupação com patrimônio, normais sociais e aparências que, por muitas vezes, me assustavam. Muitas vezes ela parecia desgastada ou enojada com isso também, mas fazia porque alguém na família tinha que fazer, porque era tradição, porque sempre foi assim. Eu assistia àquilo atônito, impressionado como uma família tão numerosa quanto a minha - com literalmente dezenas de primos e tios até de terceiro grau que moravam em um mesmo bairro - era tão mais simples e unida do que uma dúzia de endinheirados que pareciam brigar por coisas fúteis.
Ela, que estava ali do meu lado, não. Tudo que ela me contava soava como uma cópia fiel da minha família, apenas em escala ligeiramente menor. Pensei em como as coisas seriam simples ao lado dela, despreocupadas, tranqulas. Que eu não passaria a vida sendo julgado pela família da minha companheira como o ex-pobre com pinta de hipster que conseguiu ganhar algum dinheiro, mas não tem muita classe nem é muito cristão, como nos últimos anos.
As palavras que saíram da boca dela depois de uns dois ou três copos de cerveja poderiam muito bem ter sido lidas do meu pensamento. “Você acha que a gente teria sido um bom casal? Que a gente ia se dar bem?”.
“Não tem como saber”, eu respondi. “Mas a gente pode imaginar”. E a gente começou a brincadeira mais dolorosa da noite, imaginando como seria se tivéssemos ficado juntos 12 anos atrás.
“Eu jogava videogame para caralho, você ia se irritar. E eu ia te pentelhar para jogar comigo”, eu comecei.
“Eu gostava de videogame, só não jogava muito. Eu ia te arrastar para show da Avril Lavigne e da Pitty, você não ia gostar”.
Eu sorri. “Eu não tenho nada contra as duas”.
“Britney e Justin Timberlake também”.
“Porra, aí você já tá forçando a barra, amor tem limite”.
Falamos sobre meus primeiros estágios, sobre como eu era maluco e fazia dois estágios e faculdade ao mesmo tempo. Saía de casa às cinco da manhã e voltava às onze da noite. Tudo para conseguir ter uma grana legal, já que na minha área os estágios eram ridiculamente baixos. Ela falava sobre a rotina de estudos para concurso, sobre como foi difícil conciliar a faculdade - que ela eventualmente abandonou por causa do filho - com o recém-conquistado emprego público. Eu falava do meu início de carreira, que foi bem melhor do que eu jamais imaginara, como subi rapidamente. Como eu achava estranho ganhar a grana que eu ganhava - que não era nada extravagante, garanto - mas meus hábitos simples faziam com que eu mal gastasse metade do salário. Ela falava da depressão que tomou conta dela ao perceber que estava num emprego extremamente burocrático e ineficaz, deixando-a incapaz de buscar outras alternativas. Falamos sobre a morte dos nossos pais, que parecem ter conspirado para falecer no mesmo ano.
Em algum momento, a cabeça dela repousou no meu ombro. Eu não soube o que fazer. Pensava apenas na minha esposa, em jamais ter traído ela nem nenhuma outra mulher. Foi aí que eu percebi que ela chorava e, novamente, eu chorei também.
“É engraçado a gente ter saudade de algo que a gente não teve”, eu disse, lembrando de um livro que eu li há muito tempo.
“Acho que a gente seria um casal do caralho”, ela disse, com um inesperado sorriso entre as lágrimas.
“Ou talvez a gente se detestasse e desse tudo errado, a gente nunca vai saber”.
“A gente nunca vai saber”, eu repeti, mentalmente. Como um vírus, a ideia se espalhou dentro de mim rapidamente. “Eu posso fazer uma diferença na vida dessa mulher, na vida do filho dela, na própria família dela. Eu posso ter uma vida mais tranquila ao lado dela, sem essas picuinhas de família rica. Minha esposa pode encontrar um homem muito melhor para ela. Um cara rico, cristão e que tenha a classe e pose que a família dela tanto quer. Isso pode acabar bem para todo mundo”.
Mas não podia. Lá no fundo, eu sabia que não podia. Eu tinha quase uma década de história com minha esposa. Eu tinha um casamento plenamente feliz atrapalhado por alguns poucos problemas familiares e inseguranças minhas. Tínhamos uma química ótima, gostos parecidos para livros e filmes, nos dávamos bem na cama. Valia a pena jogar aquele relacionamento tão bom e funcional - algo que me parece cada vez mais raro hoje em dia - por uma aventura fugaz? Um remorso do passado? Em um relacionamento com uma estranha que eu estava voltando a conhecer havia algumas horas?
“Você nem a conhece”, dizia a cabeça. “Ela é igual a você”, dizia o coração.
No fim das contas, eu segui a cabeça. Conversamos até quase dez da noite. Pegamos um Uber e fiz questão de deixá-la em casa, um prédio pequeno em um bairro abandonado do subúrbio. Quando o carro parou, ela se demorou um pouco do meu lado e, por impulso, eu segurei a mão dela. Ela me encarou assustada e ansiosa. Eu pensei em beijá-la, em ligar o foda-se e jogar tudo para o alto ali mesmo. Mas eu só desci do carro com ela na rua deserta e caminhamos juntos para dentro do prédio, sem saber exatamente o que a gente estava fazendo. Pedi para o motorista me esperar e disse que depois acertava uma compensação com ele.
“Eu vi o seu Facebook. Você é casado com uma mulher linda. E inteligente. Você não vai me trocar por ela. Nem eu quero acabar com o seu casamento”.
“Você acha ela linda e inteligente?”.
“Você sabe que ela é”.
E então eu desabafei. Falei que passei as últimas semanas reavaliando meu casamento e meu futuro, encarando a foto dela no Facebook de tempos em tempos. Que meu coração quase parou quando encontrei-a pela primeira vez. Que eu gostava de tudo nela. Da dedicação como mãe, da simplicidade, dessa aura de pessoa correta que ela exalava sem fazer esforço, desse espírito suburbano e familiar que ela tinha. Dos olhos dela, tão animados no passado e tão tristes agora. De como eu estava me segurando para não beijá-la naquele dia todo.
“Você é linda. Eu sei que você se acha feia, eu sei que você acha que ninguém vai se interessar por você. Mas você é uma mulher foda, e nem preciso subir para saber que você é uma mãe foda, uma filha foda. Não deixa a vida passar. Eu tenho certeza que tem mais gente que, igual a mim, já percebeu isso em você e não sabe como falar. Não faz de novo a mesma coisa que a gente fez lá atrás. Eu só queria que você soubesse disso porque eu acho que você merece ser muito mais feliz do que você é agora. E você não tem ideia de como você me deixou maluco esses dias todos. Eu sou bem casado com uma mulher linda sim, mas só de encontrar você eu tive vontade de jogar tudo para o alto”.
Foi um monólogo mais longo do que eu esperava. De novo, ela chorou. Dessa vez, eu contive as lágrimas. O abraço que partiu dela foi um dos melhores e mais tristes que já ganhei na minha vida. Havia ali uma história de amor não vivida, saudades de uma história que jamais colocamos no papel, de um mundo que nunca existiu. Ela me apertou forte e eu sentia minhas mãos tremerem.
Encostamos as laterais do rosto um do outro, aquele prenúncio de um beijo adiado. E que tive que usar todo auto-controle do mundo para manter adiado. Me afastei, olhei nos olhos dela, sorri e fui embora. Quando o Uber saiu, ela ainda estava parada na portaria e minhas mãos ainda tremiam.
Eu não sei se essa história acaba aqui ou não. Mas eu tenho quase certeza que sim. Algum dia eu vou contar tudo isso para a minha esposa, mas vou esperar esse sentimento morrer primeiro. Eu conheço ela o suficiente para saber que, em um bom momento, ela não ficaria triste com essa história. Eu até consigo imaginar a reação dela, repetindo a frase que ela me diz desde que a gente casou. “Eu te conheço. Você não vai me trair com alguma gostosona oferecida por aí. Se alguma coisa acontecer, você vai se apaixonar por alguém. Eu te conheço, você é romântico. Mas a gente se resolve”.
Quando cheguei na minha casa vazia, sentei e escrevi quase tudo isso de uma tacada só. Sem revisão, sem pensar muito. Eu acho que eu poderia escrever dezenas de páginas sobre os detalhes da conversa, mas isso aqui já está longo demais. Antes de dormir, eu vejo que tenho uma mensagem no Whatsapp.
“Foi muito bom encontrar você”.
Toda aquela tentação de falar algo mais grita dentro de mim, se debate.
“Foi bom te ver também :) “.
Por via das dúvidas, coloquei o celular em modo avião e suspirei. “Eu tô feliz ou triste?”, me perguntei. Parece uma pergunta simples e relativamente objetiva, mas eu não soube responder. Eu custei a dormir, com medo de sonhar com ela. Quando eu acordo no dia seguinte e me preparo para ir ao trabalho, a impressão que eu tenho é de que tudo foi um sonho. Vê-la, reencontrá-la, chorar, abraçá-la.
E, como quando a gente acorda de um sonho triste, eu volto a viver minha vida normal para esquecer. Hoje tem reunião com cliente. À noite, preciso pegar minha esposa no aeroporto.
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